sexta-feira, 17 de maio de 2013

Encefalopatia crônica da infância

"Ter compaixão é possuir um entendimento maior das fragilidades humanas. É quando nos tornamos mais realistas, menos exigentes e mais flexíveis com as dificuldades alheias." Hammed

A Encefalopatia Crônica Não Progressiva da Infância (eu prefiro este termo à Paralisia Cerebral) é uma condição bastante heterogênea, com apresentação clínica e funcional diversificada. A ECNPI pode ser brevemente definida como um distúrbio do movimento ou da postura decorrente de uma lesão cerebral não progressiva ocorrida durante o período do desenvolvimento cerebral (ou seja, durante a gestação e até cercad e 3-4 anos após o nascimento) . É possível encontrar várias outras definições em livros, no entanto todas concordam com o fato de que se trata de uma lesão ocorrida em um cérebro ainda imaturo. Neste sentido, a região cerebral acometida é fator determinante em como esta condição irá afetar o paciente.

Para o fisioterapeuta não basta o diagnóstico clínico, o mais impotante para quem vai atender um paciente com ECNPI é a classificação do paciente. Creio que este seja o primeiro passo para estabelecer um plano de tratamento adequado.
A classificação de ECNPI deve ser feita basicamente considerando o tipo clínico e a distribuição da disfunção motora no corpo (topografia). A classificação por tipo clínico tenta especificar o tipo de alteração de tônus e/ou do movimento que a criança apresenta, podendo ser classificada em: espástica, (lesão no córtex motor), discinética (lesão nos núcleos da base - subdividida em atetose, coréia e distonia), atáxicas (lesão no cerebelo), e hipotônicas (transitória ou relacionado a ataxia ou atetose). Como se isso não fosse o bastante, ainda é possível observamos sinais de um e outro tipo no mesmo paciente - ECNPI do tipo misto.

Em relação à topografia das áreas do corpo acometidas, tem-se a forma hemiplégica, com envolvimento de extremidade superior e inferior de um lado do corpo, quadriplégica com o envolvimento de extremidades superiores e inferiores, e diplégicos, com maior comprometimento de membros inferiores. (Figura abaixo)


ECNPI Espástica
 A alteração do tônus muscular do tipo espástica é a mais comum, acomete cerca de 75% das crianças com ECNPI. As crianças espásticas geralmente apresentam musculatura tensa, contraída, difícil de ser movimentada. Tal contração predomina em alguns grupos musculares e outros não. Também é comum o aparecimento de deformidades musculares. Para estas crianças é importante que sejam indicados aparelhos que possam controlar o aparecimento de deformidades. Este quadro pode ser sub-dividido conforme a distribuição da lesão no corpo, podendo ser diplégica, quadriplégica e hemiplégica. Enquanto a diplégica é definida como um comprometimento maior dos membros inferiores em relação aos superiores, a quadriplégica, é caracterizada pelo comprometimento igual ou maior dos membros superiores e a hemiplégica ocorre quando apenas, um dos lados do corpo é prejudicado. Os pacientes espásticos podem também apresentar características discinéticas, sendo classificados como ECNPI do tipo mista. Nestes casos eu gosto de usar uma nomenclatura que destaca a disfunção mais importante. Ex: Paciente quadriplégico espástico com componente atetóide.
E já que citei os discinéticos, é importante saber que a lesão nos núcleos da base pode levar a apresentação de movimentos involuntários e flutuação do tônus muscular (estas lesões podem também ser causadas por acúmulo de bilirrubina no SNC - Kernicterus). Geralmente são quadriplégicos, observando-se grandes assimetrias e tendências a mover-se em padrões globais (freqüentemente padrões imaturos). Diferem-se entre si pelo padrão de movimento apresentado, podendo ser classificados em atetóides, distônicos e coreicos (alguns autores utilizam também o termo coreoatetóides).

ECNPI do tipo Discinética
 A lesão que resulta no aparecimento de movimentos involuntários. Os reflexos primitivos existentes nos recém nascidos podem perdurar e também é comum a falta de controle da saliva e expressões faciais involuntárias. O desenvolvimento motor é retardado. As características típicas desta classificação são movimentos lentos, suaves e contorcidos. De acordo com o tipo destes movimentos existe uma classificação que subdivide esse quadro clínico em três grupos: atetose, coréia e distonia.
Na atetose encontra-se movimento involuntário, lento, também denominado vermiforme, presente nos dedos dos pés e das mãos, os quais dificultam a execução dos movimentos voluntários, pois estes são induzidos ou se acentuam mediante emoção, mudança de postura ou na realização de movimentos intencionais.
A coréia é caracterizada por movimentos rápidos, amplos, irregulares e imprevisíveis comprometendo os músculos da face, os músculos bulbares, as partes proximais das extremidades e os dedos dos pés e das mãos. Estas características podem ser agravadas mediante estresse, excitação e febre.
Na distonia (também conhecida como distonia de torção) ocorre contrações involuntárias, geralmente de grandes grupamentos e afetando principalemente os músculos proximais.
Nos pacientes com ECNPI discinética encontramos uma hipotonia (flacidez muscular) na infância, podendo haver uma mudança para hipertonia (rigidez muscular) na fase adulta, asim sendo, é possível que um paciente mude de classificação ao longo do tempo. É comum que uma pessoa apresente características de mais de um dos agrupamentos acima.

ECNPI do tipo Atáxica 
Nestes casos podem haver predeterminantes genéticos que apresentam condições autossômicas recessivas que não são progressivas (hipoplasia cerebelar, deficiência da célula granular e síndrome de Joubert). A denominação ataxia pura é dada à hipoplasia congênita do cerebelo causando um transtorno acentuado da função motora. Em geral as crianças andam de pernas abertas para facilitar a base de sustentação do corpo, aumentando, assim, o equilíbrio. Existe, também, falta de coordenação dos movimentos manuais. Devido a semelhança com características de outros tipos de P.C., sua detecção ficará a cargo de um clínico. Este quadro é evidenciado por uma hipotonia muscular ao nascer e retardo das habilidades motoras e da linguagem. A ataxia tende a melhorar com o tempo. A habilidade verbal está relacionada com a capacidade intelectual, pois geralmente quanto mais acentuada for a deficiência motora pior a deficiência associada.
Naturalmente a avaliação de uma criança com ECNPI não termina por aqui, é essencial avaliar também os marcos do desenvolvimento motor normal, se o paciente realiza trocas posturais e a qualidade do movimento, o nível de atenção e interação com o terapeuta além de aspectos musculoesqueléticos como presença de deformidades ou encurtamentos musculares, apenas para citar alguns fatores a que devemos estar atentos.
Recomendo a leitura de uma monografia com excelente revisão dos fundamentos teóricos dos tipos de ECNPI 

Fonte: O Guia do Fisioterapeuta


Transtorno bipolar pode ser diagnosticado na adolescência


Pesquisa afirma que jovens já apresentam sintomas a partir dos 13 anos

O que muitos pais podem achar que é apenas uma fase da adolescência, na verdade, pode indicar sinais de um transtorno. Uma pesquisa desenvolvida no Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos sugere que os primeiros sinais de bipolaridade aparecem na adolescência e não a partir dos 20 anos, como se pensava. O estudo foi divulgado na publicação Archives of General Psychiatry. 
 Os principais sintomas de transtorno bipolar são episódios de mania e depressão que se alternam entre si. Para mensurar a taxa de incidência desses sintomas nos jovens, os pesquisadores fizeram perguntas sobre humor e comportamento a mais de 10.000 adolescentes, com idades entre 13 e 18 anos.
A equipe de pesquisa descobriu que 2,5% desses jovens tiveram episódios de mania edepressão nos últimos 12 meses. Além disso, 1,3% das crianças apresentaram apenas mania e 5,7%, apenas depressão. Todos os participantes que apresentaram sintomas preencheram os critérios para o diagnóstico da doença, de acordo com um manual de psiquiatria. 
Os transtornos de humor eram mais comuns conforme os jovens ficavam mais velhos. De acordo com a pesquisa, 1,4% das crianças com 13 e 14 anos preencheram os critérios para mania, enquanto quase o dobro dos adolescentes de 17 e 18 apresentou o transtorno. Para os autores, as taxas de transtornos de humor encontradas entre os adolescentes estão próximas ao que é visto em adultos, confirmando a tese de que os sintomas aparecem na juventude. Os especialistas acreditam que isso pode ajudar em diagnóstico e tratamento mais eficazes. 

Saiba como tratar o transtorno bipolar

Segundo a psicoterapeuta e especialista do Minha Vida Evelyn Vinocur, é comum mães chegarem ao consultório dizendo que o filho não para de gritar, bater a cabeça na parede e dizer que quer morrer, enquanto tem fases em que ele é um anjo. "Esses sintomas são típicos do transtorno bipolar e não podem ser encarados como um mau comportamento típico da infância", diz. 

Diferenças entre crianças e adultos

Na maioria dos adultos, as manifestações clínicas são clássicas o humor oscila de um extremo ao outro, da alegria incontrolável e raciocínio veloz à depressão e apatia. No caso das crianças, não é comum ocorrer essa gangorra emocional. "A doença se apresenta por meio de uma conjunção de sintomas menos específicos, como impulsividade, irritabilidade, dispersão, agitação e acessos de raiva", diz Evelyn Vinocur. 

Por causa dos sintomas pouco específicos, é recorrente que a criança bipolar seja diagnosticada com outros males, como o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). "É muito pesado para os pais levantarem a hipótese do transtorno, o que contribui para um desconhecimento dos sintomas e um atraso muito grande no diagnóstico e tratamento", explica a psicoterapeuta Evelyn. Por isso, o Transtorno Bipolar do Humor na Infância e Adolescência é uma condição que precisa ser muito divulgada.





Apnéia do Sono


O que é apnéia do sono? 

Apnéia significa "parada da respiração". Apnéia do sono é o distúrbio no qual o indivíduo sofre breves e repetidas interrupções da respiração (apnéias) enquanto dorme. As apnéias são causadas por obstruções transitórias da passagem do ar pela garganta de pelo menos 10 segundos de duração. Quando ocorrem apnéias com frequência maior que 5x/hora no sono dizemos que o indivíduo é portador de apnéia do sono.
Estima-se que cerca de 4% das mulheres e 9% dos homens adultos sofram de apnéia do sono, sendo que sua prevalência é maior entre os obesos e maiores de 35 anos.
Curiosamente, apesar de possuir alta prevalência na população, apenas recentemente a medicina reconheceu, através de estudos científicos, os riscos trazidos por esta doença e a importância do seu diagnóstico. Deste modo, sabe-se que cerca de 90% dos indivíduos que possuem apnéia do sono ainda não possuem o diagnóstico ou sequer foram alertados pelo seu médico para a possibilidade de sofrerem desta doença.

O que provoca a apnéia do sono?

  • Aumento do peso (causa mais comum nos adultos): o excesso de tecido mole na garganta dificulta mantê-la aberta.
  • Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal: isso tende a agravar-se com a idade.
  • Alterações do formato da cabeça e pescoço pode resultar em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.
  • Amígdalas e adenóides grandes são causa comum de apnéia do sono na criança.

Quais as consequências da apnéia do sono?

Cada vez que ocorre uma apnéia ocorre uma diminuição rápida da oxigenação sanguínea. A fim de evitar a morte por asfixia, o organismo envia um “sinal” ao cérebro despertando-o por tempo suficiente para conseguir desobstruir a garganta. Ou seja, ocorre um microdespertar que o indivíduo não percebe e nem lembra no dia seguinte. Esse fenômeno pode repetir-se até 1000 vezes em cada noite de sono nos casos mais graves. Após cada microdespertar ocorre também uma descarga aguda de hormônios do estresse como adrenalina e outros que, aliada a queda da oxigenação sanguínea, pode desencadear arritmias cardíacas, infarto do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (AVC) durante o sono. Além disso, a apnéia do sono não tratada, a longo prazo, ocasiona ou agrava várias doenças como diabetes, obesidade, hipertensão, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, arritmias cardíacas, AVCs, entre outras.
Devido ao grande número de microdespertares pelas apnéias repetidas, o sono torna-se fragmentado ocorrendo diminuição do sono profundo e do sono REM nos indivíduos com apnéia do sono. O sono profundo é fundamental para a recuperação do corpo, enquanto que a fase REM (Rapid Eye Movement - fase onde ocorrem os sonhos) é importante para a consolidação do aprendizado e da memória. Assim, a apnéia do sono é uma das causas mais comuns de fadiga, sonolência e dificuldades de aprendizado e memória, entre outros sintomas.

Quais os sintomas da Apnéia do Sono? Quando suspeitar desse distúrbio?

O indivíduo com apnéia do sono raramente percebe que tem dificuldade para respirar durante o sono e por esse motivo, a doença geralmente passa despercebida ao longo de vários anos até o seu diagnóstico. Em muitos casos, a suspeita da doença ocorre por outras pessoas que observam os episódios de apnéia ou devido aos seguintes sintomas que podem ser observados:
  • Ronco alto e interrompido
  • Sono agitado
  • Engasgos noturnos
  • Sonolência excessiva durante o dia
  • Despertares frequentes
  • Levantar-se para urinar à noite
  • Pesadelos
  • Sono não reparador
  • Fadiga crônica
  • Dor de cabeça pela manhã
  • Irritabilidade
  • Apatia, Depressão
  • Dificuldade de concentração
  • Perda de memória
  • Impotência sexual

Como diagnosticar?

O diagnóstico da apnéia do sono é feito através de um exame chamado polissonografia que é realizada à noite em um laboratório de sono sob a supervisão de técnico ou enfermeiro capacitado. O paciente deve dormir com sensores fixados no corpo que permitem o registro da passagem do ar pelo nariz/boca, oxigenação sanguínea, frequência cardíaca, movimentos do tórax, posição do corpo na cama, além de outros dados. Os sensores são fixados de maneira a permitir ao paciente movimentar-se durante o exame, não atrapalhando assim o sono. Em casos selecionados o exame pode ser realizado no próprio domicílio do paciente através de aparelhos portáteis.

Qual o tratamento da apnéia do sono?

O tratamento depende da causa e da gravidade da doença. O ronco sem apnéia, bem como a apnéia do sono leve podem ter melhora significativa com medidas simples como: dormir de lado, perder peso, evitar uso de álcool ou tranquilizantes, entre outras. O uso de dispositivos orais confeccionado por dentistas que avançam a mandíbula durante o sono (placa oral) pode ser indicado em alguns casos.
O tratamento mais eficaz e mais utilizado para os casos moderados ou graves consiste no uso do aparelho chamado CPAP (do inglês, Continuous Positive Airway Pressure). O CPAP consiste em um pequeno compressor de ar muito silencioso de alta tecnologia que se conecta a uma máscara ajustada ao nariz do paciente. Esse aparelho previne a obstrução da garganta durante o sono e reestabelece o sono normal ao indivíduo. Apesar de parecer algo muito desconfortável à primeira vista, o aparelho costuma ser bem tolerado pelos pacientes após a primeira semana de uso. As indicações, contra-indicações e boa adaptação deste tratamento ao paciente tem melhores resultados quando realizado com acompanhamento de um médico e equipe de saúde especializada em distúrbios do sono.
Alguns casos podem se beneficiar de algum tipo de cirurgia aplicada ao nariz e/ou à garganta. Nestes casos, o paciente deve ser cuidadosamente avaliado por médico especialista em distúrbios do sono para indicar o tipo de cirurgia mais apropriada ou evitar uma cirurgia desnecessária.

Quando e como procurar ajuda médica?

O indivíduo que apresenta as doenças e/ou os sintomas descritos anteriormente deve questionar o seu médico sobre este problema ou procurar um médico especializado em distúrbios do sono (medicina do sono). Este poderá encaminhá-lo ao exame de polissonografia para confirmar ou descartar a suspeita de apnéia do sono, além de classificar a gravidade da doença.  Caso confirme-se a suspeita da doença, o médico especialista poderá orientar e conduzir a melhor forma de tratamento para cada caso, restaurando assim um sono de qualidade.


Fonte:http://disturbiosdosono.net

Distúrbios do sono.


Bruxismo Noturno
Bruxismo do sono é um distúrbio do sono caracterizado pelo apertar e ranger dos dentes, de forma involuntária,  com aplicação de forças excessivas sobre a musculatura mastigatória. A palavra bruxismo do sono vem do grego brycheinm, que significa ranger dos dentes.
O bruxismo diurno é diferente do bruxismo noturno ou do sono. Assim, o bruxismo diurno é caracterizado por uma atividade semivoluntária da mandíbula, de apertar os dentes enquanto o indivíduo se encontra acordado, onde geralmente não ocorre o ranger de dentes, e está relacionado a um tique ou hábito. Já o bruxismo do sono é uma atividade inconsciente de ranger ou apertar os dentes, com produção de sons, enquanto o indivíduo encontra-se dormindo.
O bruxismo do sono é um problema que afeta sobretudo as crianças podendo também afetar os adultos.
O ranger provoca um desgaste nos dentes que pode afetar a integridade dos mesmos e comprometer a saúde bucal. O bruxismo do sono também "força" e cria tensões ao nível das articulações temporomandibulares (ATM) que pode causar desgastes e eventuais problemas.
As causas do bruxismo do sono são multifatoriais e ainda pouco conhecidas. A má oclusão dentária e tensão emocional podem estar relacionadas a este distúrbio.
O ruído característico do ranger dos dentes, desgaste dentário, hipertrofia dos músculos mastigatórios e temporais, dores de cabeça, disfunção da articulação temporomandibular, má qualidade de sono e sonolência diurna estão entre as principais manifestações clínicas do bruxismo do sono.
O diagnóstico é feito pela observação de um desgaste dentário anormal, ruídos de ranger de dentes durante o sono e desconforto muscular mandibular.
A polissonografia registra os episódios de ranger dos dentes, permitindo identificar alterações do sono e microdespertares. As alterações predominam no estágio 2 do sono não REM e nas transições entre os estágios.
A polissonografia permite ainda o diagnóstico de outros distúrbios do sono, tais como ronco, apnéia do sono, movimentos periódicos dos membros, distúrbio comportamental do sono REM e outros.
O tratamento deve ser individualizado para cada paciente. Como o bruxismo do sono tem causas variadas, o tratamento também segue na mesma direção. O uso de placas orais moles (silicone) ou duras (acrílico) visa a proteção dos dentes prevenindo o desgaste dentário ou fraturas durante o sono. Geralmente se faz necessário abordagem psicoterápica, odontológica, farmacológica e suas combinações, de acordo com o perfil do paciente.
Aplicações locais de toxina botulínica nos músculos envolvidos têm sido utilizadas em casos de bruxismo do sono que não respondem ao tratamento convencional.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Falando sério...Quem ainda não passou por uma entrevista de emprego?

Questão de Opinião

Aos meus caríssimos colegas


Como uma seleção de pessoas poderá ser conduzida com ‎tranqüilidade...‎




‎...Por mais que o candidato possua as devidas competências desejadas pelo ‎mercado de trabalho, sejam essas técnicas ou comportamentais, quando esse ‎profissional busca uma nova posição neste mercado e participa de algum ‎processo de recrutamento e seleção, é comum que mostre e transpareça ‎alguns sinais de ansiedade. Afinal, o resultado deste processo pode apontar o ‎futuro de sua carreira e até mesmo a solução dos seus problemas pessoais, ‎afinal de contas, não ter como gerenciar suas despesas assusta a qualquer ‎pessoa. ‎



A ansiedade do candidato, durante o processo seletivo costuma ser ‎comum.Porque esse momento pode ser visto pelo candidato, como uma ‎situação nova e como tal, pode gerar tensão pelo desconhecimento das etapas ‎da seleção e dos pontos e fatores que serão avaliados. ‎

Vale destacar que a ansiedade do candidato pode ser considerada tanto ‎negativa quanto positiva. No primeiro caso, a tensão talvez seja uma expressão ‎da falta de consciência das limitações, de pontos que precisam ser melhorados ‎e até mesmo dos fatores que geraram a ansiedade no entrevistado. “A ‎ansiedade torna-se positiva quando transformada em cautela e aguça os ‎sentidos, deixando o aspirante ao cargo mais atento ao que escuta e responde”.‎



Mas, quais procedimentos um selecionador deve e pode adotar para que um ‎bom candidato não seja prejudicado por um momento temporário de ‎nervosismo quando a entrevista tem início?

Existem situações em que uma ‎conversa inicial e informal sobre algum assunto em destaque nos canais de ‎comunicação ou apenas um comentário sobre o trânsito pode relaxar, ‎descontrair o profissional. Esse pequeno tempo pode ser necessário para que a ‎pessoa centre a respiração e perceba que o selecionador não é um terrível ‎‎‘bicho-papão’, é alguém comum e que carrega consigo sentimentos como ‎qualquer indivíduo. Outro fator que pode driblar a ansiedade do concorrente à ‎vaga oferecida é oferecer uma caneta, uma folha de papel em branco, pois ‎inconscientemente o profissional poderá passar para o objeto certa descarga de ‎tensão. ‎

No entanto, se a inquietação do candidato por acentuada demais, ao ponto, de ‎fazê-lo paralisar e não escutar o que o selecionador indaga, o processo poderá ‎ou não ser adiado e isso irá depender da pessoa que está à frente da seleção, ‎se ela tem o hábito de marcar uma nova data para conversar com o profissional ‎e, é óbvio, se o prazo para o preenchimento da vaga é pequeno e inviabilizará ‎uma nova oportunidade, por mais que o candidato mereça, ao remarcar uma ‎entrevista o selecionador não precisa aplicar alguma dinâmica diferenciada para ‎o candidato que apresentou sinais de nervosismo. ‎

‎“No caso de uma nova oportunidade, o profissional já teve a chance de ‎reavaliar suas emoções e criar um artifício para conseguir controlar suas ‎emoções, durante a entrevista. Se mesmo assim o nervosismo proceder, é ‎indício de que o profissional não tem controle sobre sua ansiedade e, então, ‎torna-se necessário verificar se tal comportamento poderá vir a interferir no ‎desempenho de suas funções para o cargo em questão”. Vários fatores podem ‎contribuir para o estado emocional do candidato e não apenas a sua vontade ‎de conquistar a tão desejada vaga oferecida pela empresa contratante.A ‎presença de um selecionador que tenha uma postura rígida, séria, e pouco ‎amistosa, pode fazer com que o candidato vivencie fantasias a respeito da ‎seleção, gerando forte insegurança em se posicionar e como conseqüência, sua ‎expressão poderá ser superficial, com medo de se mostrar e sofrer algum tipo ‎de rejeição. ‎

Caso o selecionador encontre-se estressado, por exemplo, é aconselhável que ‎esse seja substituído por outro profissional qualificado para conduzir o processo ‎seletivo. Afinal, uma pessoa sob a influência do estresse fica mais vulnerável a ‎estímulos externos e o seu humor poderá influenciar na condução da seleção. O ‎selecionador precisa também estar atento às suas limitações, para que o ‎trabalho seja conduzido com total imparcialidade. ‎

O ambiente da entrevista:‎

Além da ansiedade de conseguir uma nova colocação no mercado e da postura ‎do próprio selecionador, outros fatores podem interferir no processo seletivo ‎como, por exemplo, o local onde a entrevista é realizada.O ambiente precisa ‎ser reservado para que o candidato não se sinta inibido e até mesmo para ele ‎que não seja ouvido ou observado por outros profissionais que também fazem ‎parte daquela seleção. No entanto, há casos em que por não terem local ‎apropriado, algumas empresas acabam entrevistando o aspirante ao cargo na ‎própria sala de trabalho, onde a presença de outras pessoas é inevitável. Esse ‎fato, dependendo da personalidade do candidato, pode causar certo incômodo, ‎mas que pode ser contornado pela experiência do entrevistador e pela ‎flexibilidade da empresa, em providenciar espaço adequado á realização deste ‎procedimento.‎

‎“Sugere-se que o ambiente ideal para um processo de seleção necessite de ‎uma sala reservada, com boa iluminação, confortável, com uma decoração ‎discreta e aconchegante. É importante que o selecionador não atrase o início da ‎entrevista, para não aumentar a ansiedade que já faz parte do momento”, ‎concluo, ao lembrar que a espontaneidade, bem como o conhecimento das ‎atividades do cargo que se está trabalhando, das personalidades esperadas e ‎do currículo do candidato são fatores que influenciam significativamente o êxito ‎da seleção. ‎

Márcia Moreira


sexta-feira, 15 de março de 2013

Bolo de chocolate em camadas


Hum,parece delicioso!Ai que loucura!
 
 
Bolo de chocolate em camadas
Bolo de chocolate em camadas: todos vão pedir bis

Foto: Ormuzd Alves
Preparo: Rápido (até 30 minutos)
Rendimento: 16 porções
Dificuldade: Médio
Categoria: Bolo
Calorias: 288 por porção

Ingredientes

. 1 embalagem de bolo pronto sabor chocolate
Calda:
. 1 xícara (chá) de leite
. 1 colher (sopa) de conhaque ou rum
. 1 colher (sopa) de chocolate em pó

Recheio:
. 1 colher (café) de café instantâneo
. 2 colheres (sopa) de leite
. 2 embalagens de cream cheese (300g)
. 300g de chocolate em barra picado
. 1 xícara (chá) de açúcar
. Morangos ou cerejas para decorar

Modo de Preparo

Prepare o bolo de acordo com as instruções da embalagem. Coloque em uma fôrma redonda. Depois de assado, corte em três discos. Calda: Misture o leite, o conhaque e o chocolate em pó. Reserve.

Recheio: Em uma tigela, dissolva o café no leite. Junte o cream cheese e bata bem. Junte o chocolate derretido em banho maria, o açúcar e misture até ficar um creme homogêneo. Em um aro próprio para montagem de bolo untado com um pouco de óleo e polvilhado com açúcar, alterne os discos de bolo umedecidos com a calda e camadas de creme. Leve a geladeira por no mínimo 4 horas. Desenforme e decore com morangos ou cerejas.

Dica: O aro para montagem de bolos é encontrado em lojas especializadas em produtos de festa.


Fonte:http://mdemulher.abril.com.br/culinaria/receitas/receita-de-bolo-chocolate-camadas-483262.shtml
 


segunda-feira, 4 de março de 2013

Quer exclusividade em seu relacionamento?



 Saber diferença entre lealdade e fidelidade pode fortalecer relação 
  


Penso que já chegou a hora de deixar a hipocrisia de lado e falar abertamente sobre algo que, se ainda não aconteceu com você, certamente já ocorreu com alguém próximo: a infidelidade. Afinal, você deve conhecer pelo menos uma pessoa que foi "vítima" ou "agente" de "traição" num relacionamento.
Para a maioria das pessoas, o modelo ideal é a relação de exclusividade, principalmente exclusividade sexual. Isso porque essa grande parcela da população acredita que se o indivíduo não transar com mais ninguém além do próprio parceiro ou parceira, é sinal de que ele lhe tem amor e é honesto em seus sentimentos. Na sociedade machista, alguns homens tendem a exigir que essa regra seja cumprida por suas mulheres, mas nem de longe a regra se aplica a eles. O casal estabelece o jogo do "faz-de-conta", do "você finge que me engana e eu finjo que acredito". E, dessa forma, seguem a vida até que ocasionalmente se descobre uma amante ou uma pulada de cerca fortuita, mas impossível de não enxergar.
Mas será que esse modelo tem via de mão única? Não, não tem. As mulheres, tanto quanto os homens - se bem que por motivos diversos - também "derrapam" quando o assunto é fidelidade.

Por que as pessoas traem?

No fundo, cada um acredita que tem bons motivos para "trair" e de certa forma conseguem lidar com o relacionamento sem que, na maior parte das vezes, o relacionamento paralelo ou a "escapada" ocasional interfira na vida do casal. Ao menos é nisso que quem "trai" acredita...
Onde reside a hipocrisia? Certamente no tipo de acordo que se faz quando o casal sela um compromisso. Dificilmente se inicia um relacionamento considerando as experiências já vividas e ouvidas. Dificilmente as pessoas se enxergam como seres humanos que são, ou seja, vulneráveis, inseguros, sedutores, carentes e inquietos por explorar novos territórios, por se experimentar. Quando nos propomos um compromisso afetivo com alguém, perdemos a perspectiva do tempo que passa, da rotina que se estabelece, e nos julgamos blindados frente aos infinitos apelos que a vida proporciona e às inúmeras adversidades que surgem decorrentes de uma união que muitas vezes "empurra" uma ou ambas as partes a buscar outro tipo de acolhida em outros braços.
Será que "trair" significa necessariamente ausência de amor, como se quer acreditar muitas vezes? Vamos enumerar algumas poucas razões que motivam a "traição":
  • não sentir-se desejado pelo parceiro
  • não sentir-se amado pelo parceiro
  • sexo insatisfatório
  • descompasso na vida sexual
  • vingança ("ele (ou ela) me traiu, então vou fazer o mesmo - mesmo que o outro não venha a saber...")
  • falta de atenção por parte do parceiro
  • carências diversas
  • desejo de experimentar novas emoções
  • dúvidas quanto ao próprio poder de sedução
  • pressão social
  • dificuldade de reinventar e renovar o relacionamento
  • apaixonar-se por outra pessoa
Poderíamos enumerar mais motivos que levam a uma "traição", mas o fato é que as razões são muito particulares e sempre se justificam aos olhos de quem "traiu".

Lealdade pode ser mais relevante que fidelidade

É importante partir do princípio de que só existe traição quando se estabelece um acordo de fidelidade, seja ele implícito ou explícito. Sendo assim, qual seria a saída ideal para absorver esse fato, sem se exasperar com o orgulho ferido ou com o sentimento de desamor?
Podemos começar por substituir a palavra "fidelidade" pela palavra "lealdade". Uma união é muito mais que a ilusão de posse sobre o corpo do outro, e muito mais que a falsa ideia de que somos completos para as necessidades emocionais do parceiro."Uma união é muito mais que a ilusão de posse sobre o corpo do outro, e muito mais que a falsa ideia de que somos completos para as necessidades emocionais do parceiro."
Ninguém é tão completo ou tão versátil que possa ser "tudo" para o outro. Sem essa consciência continuaremos no mesmo atoleiro que faz de tantos casais uma dupla de vítima e algoz, sem que de fato eles sejam uma ou outra coisa.
A diferença entre fidelidade e lealdade tem uma sutileza paradoxalmente abissal entre um e outro conceito. Enquanto a fidelidade pressupõe um dever moral, praticamente um contrato cuja quebra tem o sofrimento e a vergonha como punições, a lealdade não se ocupa com regras, mas com a confiança no vínculo de afeto, com valores que tocam as emoções, com um respeito que vai muito além da formalidade estética da fidelidade. A lealdade pressupõe um grau de maturidade emocional que compreende e aceita a natureza humana sem vulgarizar seus tropeços.
Quando um casal faz um acordo de fidelidade e esse acordo é quebrado, a "traição" leva um à culpa massacrante e o outro a um sofrimento que engloba sentimentos de exclusão, abandono, rejeição, vergonha, raiva, e tantos outros. A digestão é difícil, a desconfiança se instala, e a relação - quando não se rompe - se torna desigual mesmo que o "perdão" aconteça.
Quando o acordo é de lealdade e um dos dois experimentou um relacionamento com outra pessoa, já existe, por princípio, a compreensão, o entendimento de que todos somos suscetíveis, uns mais outros menos, a nos deixarmos levar por alguma circunstância que seduza nossos sentidos. É claro que ciúme e desconforto com o fato de sabermos que nosso parceiro (ou parceira) está ou esteve envolvido em outra história, mesmo que seja passageira, são sentimentos igualmente humanos, não se pode evitar quando amamos. Mas a carga da palavra "traição" não estará presente, o que já prenuncia um diálogo mais sereno e com possibilidades mais realistas de ajustar o relacionamento com mais sinceridade. Sequer a palavra "perdão" cabe, pois entende-se que a compreensão da condição humana prescinde de qualquer perdão.
Ser leal num relacionamento começa realmente com uma boa dose de maturidade que pressupõe, entre outros fatores, optar por viver a vida para si (para o próprio casal) e não para os outros. Já o acordo de fidelidade parece estar atrelado a algum tipo de satisfação à sociedade e o casal se torna passível de julgamento:
  • Fulano é um sem vergonha!
  • Como ela teve coragem de perdoar a traição?
  • Ah, foi traído porque deve ter merecido.
Isso sem contar os comentários mais vulgares e apimentados, como se quem sofreu a "traição" fosse motivo de chacota ou como se quem "traiu" fosse um monstro insensível. Mas, infelizmente, muitos que se veem nessa situação acabam, por imaturidade ou por inércia, acreditando nos rótulos julgadores que fazem parte de uma cultura rasa que já deveria estar ultrapassada.

Diante de uma traição, renove-se

É claro que o ideal seria manter relacionamentos sólidos e exclusivos como forma de nos proteger e de protegermos os sentimentos do outro. Mas é claro também que a vida é dinâmica, nos prega peças, nossos interesses mudam e estamos em constante aperfeiçoamento e adaptação a novas circunstâncias. Muitas coisas que fogem ao nosso controle podem acontecer... e acontecem! Não vivemos um conto de fadas e a realidade é sem dúvida muito mais rica e diversa, cheia de possibilidades que podem enriquecer e fortalecer uniões, ou mesmo promover finais menos sofridos e traumáticos quanto mais estivermos conscientes de nossa condição humana.
Diante de uma "traição", ao invés de se culpar acreditando que não foi boa (ou bom) o bastante, ao invés de crucificar o parceiro acreditando que ele (ou ela) foi vulgar, procure antes refletir e buscar o diálogo calmo. Abra-se para um olhar mais realista, viva seus tempos de digestão do inevitável desconforto, não se torture querendo nomes e detalhes que só farão a dor se transformar em sofrimento e só provocarão constrangimentos a ambos. Se perceber que existe solidez em sua relação, que existem sentimentos bons que alicerçam a história de vocês, permita-se a chance da renovação não apenas da união, mas especialmente de seus conceitos de vida.

SOBRE O AUTOR
Celia Lima
Psicoterapeuta Holística, utiliza florais e técnicas da psicossíntese como apoio ao processo terapêutico.



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Olhem que postagem interessante.

AMIGOS LEIAM ATENTAMENTE...O QUE VALE MAIS...NESTA VIDA



Dr. Enio Buffolo - Cardiologista

Quando publiquei estes conselhos em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta.

São eles:

1. Não cuide de seu trabalho antes de tudo.
As necessidades pessoais e familiares são prioritárias.

2. Não trabalhe aos sábados o dia inteiro e, de maneira  nenhuma, trabalhe aos domingos. 

3. Não permaneça no escritório à noite e não leve
    trabalho para casa e/ou trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer "sim"a tudo que lhe solicitarem,  aprenda a dizer "não". 

5. Não procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e nem aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc. 

6. Se dê ao luxo de um café da manhã ou de uma refeição tranquila. Não aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes. 

7. Pratique esportes. Faça ginástica, natação, caminhe, pesque,  jogue bola ou tênis. 

8. Tire férias sempre que puder, você precisa disso. Lembre-se  que você não é de ferro.


9. Não centralize todo o trabalho em você, não é preciso controlar e  examinar tudo para ver se está dando certo... Aprenda a delegar. 

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, não tome logo remédios, estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Procure um médico. 

11. Não tome calmantes e sedativos de todos os tipos para dormir. Apesar deles agirem rápido e serem baratos, o uso contínuo fazem mal à saúde. 

12. E por último, o mais importante: permita-se a ter momentos   de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto não é só para crédulos e tolos sensíveis; faz bem à vida e à saúde.

IMPORTANTE:

OS ATAQUES DE CORAÇÃO

Uma nota importante sobre os ataques cardíacos.
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da
dor no braço esquerdo.
Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo,
assim como náuseas e suores abundantes.

Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam não se levantaram.
Mas a dor no peito pode acordá-lo de um sono profundo.

Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (192, 193 ou 190) e diga ''ataque cardíaco'' e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se  numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse, pois ela fará o coração
pegar no tranco; tussa de dois em dois
segundos, até chegar o socorro..
NÃO SE DEITE !!!!

Um cardiologista disse que, se cada pessoa que receber este e-mail, o enviar a 10 pessoas, pode ter a certeza de que se salvará pelo menos uma vida !

REPASSE, NÃO DOI NADA!!!!!!!!

 
 Quem se faz presente na vida deixa muita saudade e perfume por onde passa.
Há algo mais forte que os laços de sangue: são os laços do coração.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

A Origem do Carnaval no Brasil

 
Dez mil anos antes de Cristo, homens, mulheres e crianças se reuniam no verão com rostos mascarados e os corpos pintados para espantar os demônios da má colheita. As origens do carnaval têm sido buscadas na mais antigas celebrações da humanidade, tais como as Festas Egípcias que homenageavam a deusa Isis e ao Touro Apis. Os gregos festejavam com grandiosidade nas festas Lupercais e Saturnais a celebração da volta da primavera, que simbolizava o Renascer da Natureza. Mas num ponto todos concordavam, as grandes festas, como o carnaval, estão associadas a fenômenos astronômicos e a ciclos naturais. O carnaval se caracteriza por festas, divertimento públicos, bailes de máscaras e manifestações folclóricas. Na Europa, os mais famosos carnavais foram ou são: os de Paris, Veneza, Munique e Roma, seguidos de Nápoles, Florença e Nice.

Carnaval no Brasil

O carnaval foi chamado de Entrudo por influência dos portugueses da ilha da Madeira, Açores e Cabo Verde, que trouxeram a brincadeira de loucas correrias, mela-mela de farinha, água com limão, no ano de 1723, surgindo depois as batalhas de confetes serpentinas. No Brasil, o carnaval é festejado tradicionalmente no sábado, domingo, segunda e terça-feira anteriores aos quarentas dias que vão da quarta-feira de cinzas ao domingo de Páscoa. Na Bahia, é comemorado também na quinta-feira da terceira semana da Quaresma, mudando de nome para Micareta. Esta festa deu origem a várias outras em estados do Nordeste, todas com características baianas, com a presença indispensável dos Trios Elétricos e são realizados no decorrer do ano; em Fortaleza realiza-se o Fortal; em Natal, o Carnatal; em João Pessoa, a Micaroa; em Campina Grande, a Micarande; em Maceió, o Carnatal Fest; em Caruaru, o Micarú; no Recife, o Recifolia, já extinto.

 Carnaval AtualidadeFesta popular, o carnaval ocorre em regiões católicas, mas sua origem é obscura. No Brasil, o primeiro carnaval surgiu em 1641, promovido pelo governador Salvador Correia de Sá e Benevides em homenagem ao rei Dom João IV, restaurador do trono de Portugal. Hoje é uma das manifestações mais populares do país e festejado em todo o território nacional                                                                         
O carnaval é um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões católicas nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Qüinquagésima à chamada terça-feira gorda. Embora centrado no disfarce, na música, na dança e em gestos, a folia apresenta características distintas nas cidades em que se popularizou
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O termo carnaval é de origem incerta, embora seja encontrado já no latim medieval, como carnem levare ou carnelevarium, palavras dos séculos XI e XII, que significava a véspera da quarta-feira de cinzas, isto é, a hora em que começava a abstinência da carne durante os quarenta dias nos quais, no passado, os católicos eram proibidos pela igreja de comer carne.
 
É possível que suas raízes se encontrem num festival religioso primitivo, pagão, que homenageava o início do Ano Novo e o ressurgimento da natureza, mas há quem diga que suas primeiras manifestações ocorreram na Roma dos césares, ligadas às famosas saturnálias, de caráter orgíaco. Contudo, o rei Momo é uma das formas de Dionísio - o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo, e isto faz recuar a origem do carnaval para a Grécia arcaica, para os festejos que honravam a colheita. Sempre uma forma de comemorar, com muita alegria e desenvoltura, os atos de alimentar-se e beber, elementos indispensáveis à vida.

Cinzas de um Carnaval

Por vinte anos temos pesquisado sobre as mazelas do carnaval, tomando como base os noticiários da grande imprensa e o resultado é que de 1988 à 1993 morreram 892 pessoas durante o carnaval. Só no carnaval de 2006 foram registrados 41 homicídios e no carnaval seguinte 19 pessoas. No carnaval de 2008 em São Paulo morreram nas estradas 34 pessoas; em Belo Horizonte aconteceram 300 acidentes (um verdadeiro carnaval de acidentes), com 300 feridos e 24 mortos; num balanço geral da Polícia Rodoviária Federal o carnaval terminou com 128 mortos e 1.472 feridos em acidentes. Em Santa Catarina um carnaval de tragédias em 2009 com 27 pessoas mortas.
 
No carnaval de 2007 o investimento das 13 escolas do grupo especial ficou em torno de 59,2 milhões. Só a Beija-Flor gastou R$ 7 milhões. A escola de samba Salgueiro mostrou na avenida ritual de adoração às feiticeiras (líderes espirituais). Já a Unidos da Tijuca no seu carro abre-alas, trouxe a figura de um enorme lúcifer
 
Com o enredo "Metamorfoses do Reino Natural à corte Popular do Carnaval - As transformações da vida, a Vila Isabel falou da evolução da espécie humana, desde a origem como macaco até o homem moderno; a escola Vizinha Faladeira, com enredo "Oduduya, a volta ao templo de criação", no seu carro trouxe o deus africano que iluminará o caminho das crianças para o despertar de Uma Nova Era.
 
A Beija-Flor de Nilópolis mostrou no seu carnaval expressões africanas e referência ao candomblé, um dos componentes da comissão representava exu.
 
Em 2008 o preço da festa do carnaval foi de R$ 85 milhões promovido pelo poder público e quem pagou essa conta foi o contribuinte, as três esferas do governo deram verbas para promover a festa de Mamom na seguinte ordem: Governo Federal R$ 12 milhões, Governo Estadual 5 milhões e a Prefeitura com 5,2 milhões. Nesse ano a falta de controle sobre o gasto no carnaval foi alvo de CPI na câmara municipal do Rio.
O Carnaval do Rio de Janeiro Está em Decadência Há duas décadas, é cada vez mais difícil encontrar blocos nas ruas durante a festa, e os tradicionais bailes de salão estão praticamente extintos. Qual seria a razão desse esvaziamento?
 
"Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve.  Malaquias 3:18

Carnaval: Festa Pagã

Sambar com fé - religiões diferentes desfilam unidas na grande celebração profana que é o carnaval. Famosa integrante da Beija-Flor de Nilópolis leva a bandeira á igreja de São Jorge, antes do desfile, ela também vai a um centro espírita.
 
Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.  Lucas 16:13

Fonte:http://www.estudosgospel.com.br/datas-comemorativas/carnaval/a-origem-do-carnaval-no-brasil.html

Arquivo do blog