E você,concorda com essa afirmação ?
Blog idealizado para abordar alguns temas e informações relacionados ao universo gospel.E também,temas da culinária, confeitaria e algumas questões culturais. Há abrangência de aspectos relevantes, sem a menor pretensão de concluir ou finalizar qualquer questão aqui exposta. Apenas, suscitar reflexões em relação aos tópicos postados. Ah!...Se estiver estressado? Clique no ícone(relaxation MP3 Player) e relaxe com as lindas canções postadas.
terça-feira, 29 de maio de 2012
O amor realmente não se explica...Se sente.
Se você ainda não teve oportunidade de ver esse vídeo maravilhoso e emocinante,veja!Se já o viu,reveja!Vale muito a pena...Sensacional.
Romantico- mais visto no Mundo - Amor de verdade - legendado
Desejo á você
Aos queridos e queridas que visitam meu blog nesse dia...Tenham um dia maravilhoso,repleto da luz do Altíssimo Deus!!!Beijos no coração.
domingo, 27 de maio de 2012
Sobre o amor
Houve uma época em que eu pensava que as pessoas deviam ter um gatilho na garganta:
quando pronunciasse — eu te amo —, mentindo, o gatilho disparava e elas
explodiam. Era uma defesa intolerante contra os levianos e que refletia sem dúvida uma
enorme insegurança de seu inventor. Insegurança e inexperiência. Com o passar dos anos
a idéia foi abandonada, a vida revelou-me sua complexidade, suas nuanças. Aprendi que
não é tão fácil dizer eu te amo sem pelo menos achar que ama e, quando a pessoa
mente, a outra percebe, e se não percebe é porque não quer perceber, isto é: quer
acreditar na mentira. Claro, tem gente que quer ouvir essa expressão mesmo sabendo que é
mentira. O mentiroso, nesses casos, não merece punição alguma.
Por aí já se vê como esse negócio de amor é complicado e de contornos imprecisos.
Pode-se dizer, no entanto, que o amor é um sentimento radical — falo do amor-paixão
— e é isso que aumenta a complicação. Como pode uma coisa ambígua e duvidosa
ganhar a fúria das tempestades? Mas essa é a natureza do amor, comparável à do vento:
fluido e arrasador. É como o vento, também às vezes doce, brando, claro, bailando
alegre em torno de seu oculto núcleo de fogo.
O amor é, portanto, na sua origem, liberação e aventura. Por definição, anti-burguês. O próprio da vida burguesa não é o amor, é o casamento, que é o amor institucionalizado, disciplinado, integrado na sociedade. O casamento é um contrato: duas pessoas se conhecem, se gostam, se sentem a traídas uma pela outra e decidem viver juntas. Isso poderia ser uma COisa simples, mas não é, pois há que se inserir na ordem social, definir direitos e deveres perante os homens e até perante Deus. Carimbado e abençoado, o novo casal inicia sua vida entre beijos e sorrisos. E risos e risinhos dos maledicentes. Por maior que tenha sido a paixão inicial, o impulso que os levou à pretoria ou ao altar (ou a ambos), a simples assinatura do contrato já muda tudo. Com o casamento o amor sai do marginalismo, da atmosfera romântica que o envolvia, para entrar nos trilhos da institucionalidade. Torna-se grave. Agora é construir um lar, gerar filhos, criá-los, educá-los até que, adultos, abandonem a casa para fazer sua própria vida. Ou seja: se corre tudo bem, corre tudo mal. Mas, não radicalizemos: há exceções — e dessas exceções vive a nossa irrenunciável esperança.
Conheci uma mulher que costumava dizer: não há amor que resista ao tanque de lavar (ou à máquina, mesmo), ao espanador e ao bife com fritas. Ela possivelmente exagerava, mas com razão, porque tinha uns olhos ávidos e brilhantes e um coração ansioso. Ouvia o vento rumorejar nas árvores do parque, à tarde incendiando as nuvens e imaginava quanta vida, quanta aventura estaria se desenrolando naquele momento nos bares, nos cafés, nos bairros distantes. À sua volta certamente não acontecia nada: as pessoas em suas respectivas casas estavam apenas morando, sofrendo uma vida igual à sua. Essa inquietação bovariana prepara o caminho da aventura, que nem sempre acontece. Mas dificilmente deixa de acontecer. Pode não acontecer a aventUra sonhada, o amor louco, o sonho que arrebata e funda o paraíso na terra. Acontece o vulgar adultério - o assim chamado -, que é quase sempre decepcionante, condenado, amargo e que se transforma numa espécie de vingança contra a mediocridade da vida. É como uma droga que se toma para curar a ansiedade e reajustar-se ao status quo. Estou curada, ela então se diz — e volta ao bife com fritas.
O amor é, portanto, na sua origem, liberação e aventura. Por definição, anti-burguês. O próprio da vida burguesa não é o amor, é o casamento, que é o amor institucionalizado, disciplinado, integrado na sociedade. O casamento é um contrato: duas pessoas se conhecem, se gostam, se sentem a traídas uma pela outra e decidem viver juntas. Isso poderia ser uma COisa simples, mas não é, pois há que se inserir na ordem social, definir direitos e deveres perante os homens e até perante Deus. Carimbado e abençoado, o novo casal inicia sua vida entre beijos e sorrisos. E risos e risinhos dos maledicentes. Por maior que tenha sido a paixão inicial, o impulso que os levou à pretoria ou ao altar (ou a ambos), a simples assinatura do contrato já muda tudo. Com o casamento o amor sai do marginalismo, da atmosfera romântica que o envolvia, para entrar nos trilhos da institucionalidade. Torna-se grave. Agora é construir um lar, gerar filhos, criá-los, educá-los até que, adultos, abandonem a casa para fazer sua própria vida. Ou seja: se corre tudo bem, corre tudo mal. Mas, não radicalizemos: há exceções — e dessas exceções vive a nossa irrenunciável esperança.
Conheci uma mulher que costumava dizer: não há amor que resista ao tanque de lavar (ou à máquina, mesmo), ao espanador e ao bife com fritas. Ela possivelmente exagerava, mas com razão, porque tinha uns olhos ávidos e brilhantes e um coração ansioso. Ouvia o vento rumorejar nas árvores do parque, à tarde incendiando as nuvens e imaginava quanta vida, quanta aventura estaria se desenrolando naquele momento nos bares, nos cafés, nos bairros distantes. À sua volta certamente não acontecia nada: as pessoas em suas respectivas casas estavam apenas morando, sofrendo uma vida igual à sua. Essa inquietação bovariana prepara o caminho da aventura, que nem sempre acontece. Mas dificilmente deixa de acontecer. Pode não acontecer a aventUra sonhada, o amor louco, o sonho que arrebata e funda o paraíso na terra. Acontece o vulgar adultério - o assim chamado -, que é quase sempre decepcionante, condenado, amargo e que se transforma numa espécie de vingança contra a mediocridade da vida. É como uma droga que se toma para curar a ansiedade e reajustar-se ao status quo. Estou curada, ela então se diz — e volta ao bife com fritas.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Dalton Trevisan vence o Prêmio Camões de literatura
O brasileiro Dalton
Trevisan, vencedor da edição de 2012 do Prémio Camões, foi esta
segunda-feira felicitado pelo ministro moçambicano da Cultura, Armando
Artur, e pela a Associação dos Escritores Moçambicanos.
Trevisan
receberá os 100 mil euros do prémio, após o secretário de Estado da
Cultura de Portugal, Francisco José Viegas anunciar que o brasileiro foi
o vencedor do prémio.
O governante moçambicano Armando Artur saudou Trevisan mas ao mesmo mostrou-se desiludido pelo prémio «passar por Moçambique».
Citado
pelo JN, o ministro moçambicano abordou o tema: «É sempre motivo de
alegria quando o maior prémio da nossa comunidade linguística é
anunciado. Por outro lado, é com muita pena que este prémio não passe
mais vezes por África e, particularmente, por Moçambique.»
Por
sua vez, Jorge Oliveira, secretário-geral da Associação dos Escritores
Moçambicanos, lembrou que o prémio só foi entregue a um moçambicano em
1991: «Estamos satisfeitos porque o Prémio Camões é um momento maior da
literatura lusófona, mas há também uma enorme frustração por Moçambique
nunca ter ganho desde 1991, apesar do grande contributo que tem dado à
literatura da Comunidade de Países de Língua Portuguesa.
Dalton Trevisan
aparece como o grande vencedor da 24ª edição do Prêmio Camões, o mais
importante da língua portuguesa,como anunciou nesta segunda-feira o
secretário de Estado de Cultura luso, Francisco José Viegas.Fontes:veja.abril.com.br;
abola.pt/mundos
Nascido em Curitiba no ano de 1925, Trevisan é considerado como um dos melhores contistas da literatura brasileira do século XX e alcançou à fama com o livro 'O Vampiro de Curitiba', lançado em 1965.
Esquivo à exposição midiática, Trevisan é autor de mais de 40 obras, a maioria formada por tramas psicológicas com toques tradicionais, comuns e presentes no cotidiano.
O júri tomou sua decisão por unanimidade e destacou a obra de Trevisan sem concessões a sua vida social. Com o prêmio de 2012, o escritor brasileiro sucede o português Manuel Antonio Pina, o último ganhador.
Entre os ganhadores do Luis de Camões, destacam os portugueses Antonio Lobo Antunes (2007), Miguel Torga (1989) e José Saramago (1995), além dos brasileiros Rubem Fonseca (2003) e João Cabral de Melo Neto (1990).
Criado em 1989 pelos Governos de Portugal e do Brasil, o Prêmio Camões possui o objetivo de premiar um escritor cuja obra contribua com a projeção e o reconhecimento da língua portuguesa, falada por mais de 230 milhões de pessoas no mundo.
Trevisan, que trabalhou em uma fábrica de vidros e chegou a exercer vários anos de advocacia, fez parte da chamada Geração de 45, formada por Mario de Andrade, Carlos Drummond de Andrade e Vinícius de Moraes, entre outros.
Entre outros prêmios, Trevisan obteve duas vezes o Jabuti, com 'Novelas nada Exemplares' (1959) e 'Cemitério de Elefantes' (1964), e compartilhou o Portugal Telecom, ao lado de Bernardo Carvalho, com 'Pico na Veia' (2002). EFE
Cheia de rio deixa capital do Acre em situação de emergência
ACRE: Cheia atinge 64 mil pessoas e situação deve piorar, diz Defesa Civil
Enchente já é a segunda maior já registradaDe acordo com o chefe do Centro Nacional de Gerenciamento de Risco e Desastres da Defesa Civil, Armin Braun, a tendência é que a situação piore ainda mais nos próximos dias. "Uma estimativa inicial é que 63,8 mil pessoas tenham sido afetadas. Esse número deve aumentar porque o rio Acre tende a continuar enchendo e as informações ainda estão chegando do interior do Estado", disse Braun.
O chefe do Centro Nacional de Gerenciamento de Risco e Desastres da Defesa Civil acrescentou que a cheia pode superar a pior já registrada na capital. "O rio Acre, que está acarretando os maiores problemas, ainda vai encher. As cidades localizadas acima da cidade de Rio Branco foram muito afetadas e, nos próximos dias, o rio, que está já está com 17,46 m, pode superar 17,66 m, que foi a maior cheia já registrada, em 1997. A água está subindo lentamente, mas isso é muito preocupante", disse.
Apesar da expectativa da piora da situação, Braun disse que os governos estadual e federal conseguiram agir preventivamente e evitar mortes. As pessoas atingidas estão sendo levadas para abrigos oferecidos pelo governo estadual e pelas prefeituras.
Ainda de acordo com Braun, foram distribuídas 2,8 mil cestas de alimentos e 100 barracas. Além disso, dois helicópteros e dois aviões da Força Aérea e 70 homens da Força Nacional de Segurança ajudam no socorro às vítimas no Acre.
Agência Brasil
sábado, 19 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
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