quarta-feira, 7 de março de 2012

Nesse blog, você encontrará resposta á muitas questões relacionadas ao mundo espiritual que nos cerca. http://www.bispomacedo.com.br

domingo, 29 de janeiro de 2012

Discutindo a relação
Mulher, não discuta a relação; o homem não presta atenção Sob situações de stress, a atividade cerebral deles sofre redução significativa. "O stress agudo pode afetar atividades e interações entre as regiões do cérebro de maneira diferente entre homens e mulheres" A eterna reclamação das mulheres de que os homens se "desligam" sempre que elas resolvem discutir a relação tem fundamento. Uma pesquisa recente mostra que eles realmente deixam de prestar atenção quando percebem no rosto da parceira a expressão de sentimentos como medo ou raiva. Isso acontece porque, nesse momento, a atividade cerebral dos homens se reduz drasticamente na região responsável por interpretar o sentimento alheio - enquanto nelas, a sensibilidade na mesma área só tende a aumentar. “Quando está sob stress, o homem tende a se 'retirar' socialmente”, explica Mara Mather, autora do estudo e professora da University of Southern, da Califórnia (EUA). "O estudo comprova que o stress agudo pode afetar atividades e interações entre as regiões do cérebro de maneira diferente entre homens e mulheres", completa. Estudos anteriores já haviam sugerido que a ínsula - parte do cérebro que pertence ao sistema límbico e coordena as emoções - tem um papel crucial em simular as experiências dos outros. Já o pólo temporal - responsável pela memória, fala e audição -, seria importante para entender as emoções alheias. Ambos fazem parte de um processo - que envolve também a amígdala e a região inferior frontal - conhecido por estimular a empatia e a compreensão social.
Quem nunca fez uma D.R. atire a primeira pedra! A sigla, que quer dizer nada mais do que discutir a relação, tornou-se algo cada vez mais comum entre os casais. Opiniões contra ou a favor à parte, o fato é que ninguém, em um momento ou outro, conseguiu fugir dessa situação. É que D.R. é muito mais do que um meio de expor os problemas. De acordo com especialistas, é algo que tornou-se indispensável quando se chega a hora de reavaliar as atitudes, identificar as falhas e descobrir porque um dos parceiros deixou de desejar o outro. O objetivo principal da D.R. é achar um consenso que permita a continuidade do romance. A conquista da liberdade de expressão feminina contribuiu muito para o surgimento da D.R.. Antigamente, a mulher sempre aguardava a decisão do homem no que diz respeito à condução do relacionamento. Hoje, os casais já discutem a relação. "A mulher moderna não tem dificuldade em conversar. Há algumas que ainda têm tabus. Mas, em geral, elas estão procurando coisas novas", diz a psicóloga Rosana Svaluto Paúl. “O homem é machista por natureza. Ele não tem o cuidado de perceber o que incomoda a gente.” Com esta mudança comportamental, o homem está deixando aquela imagem de ‘senhor feudal' e passando a entender um pouco mais o que a mulher precisa. Uma das atitudes que melhor exemplifica isso é quando ele consegue notar que a parceira não está satisfeita na hora do "vamos ver". Daí, a conhecida pergunta: "Foi bom para você?".
Para a psicóloga, as pessoas estão investindo mais no amor. O fato de haver uma abertura para a discussão do relacionamento faz com que as coisas se tornem mais claras. E, por isso, os relacionamentos estão se transformando. "Eles duram mais pela qualidade e não pela quantidade de tempo. Quer dizer, são mais qualitativos", explica. Por isso, a necessidade de se aguçar o "sexto sentido". Afinal, a melhor forma de se chegar ao consenso, de acordo com a psicóloga, é quando os dois conseguem perceber que alguma coisa não vai bem. "Normalmente o homem, por sua característica pessoal, não aceita. Ele tem uma forma diferente de amar", afirma. Esse é caso de casais mais conservadores. Muitos deles ainda encontram dificuldade para discutir a relação. É como acontece com Déa Maria Paiva, casada há 36 anos. "O homem é machista por natureza. Ele não tem o cuidado de perceber o que incomoda a gente", afirmou ela, que tentou discutir a relação várias vezes. A persistência de Déa, infelizmente, ainda não sensibilizou o parceiro: "Todas as vezes que tento discutir a relação, ele fica em silêncio total. Aí, acabo falando o que não quero e a conversa termina em briga. O pior é que depois tudo continua na mesma, mas tenho que aceitar", conta. Segundo Rosana, situações como a de Déa estão se tornando incomuns. A psicóloga explica que o número de homens resistentes ao diálogo tem caído, principalmente entre os mais maduros, que estão acostumados a outro tipo de relação. Embora a tal D.R. esteja em alta, muitos casais ficam naquela coisa do "achismo" e nenhum dos dois tem coragem de dizer o que está sentindo. Para os casais que não conseguem discutir a relação a dois, a saída é procurar um especialista. "Quando o casal não consegue discutir sozinho, um ou outro acaba entrando num estado de angústia. Por isso, procuram a terapia. E isso acontece tanto do homem para a mulher, quanto da mulher para o homem", informa Rosana. O assunto, de tão polêmico, chegou à internet. No site de relacionamentos Orkut foram criadas diversas comunidades sobre D.R.. A comunidade que reúne o maior número de membros é ‘Adoro Discutir a Relação', com mais de 1.900 participantes. Em seguida, ‘Odeio Discutir a Relação', com quase mil membros. O publicitário Nelson Gomes, de 26 anos, assume: "Não gosto de ficar discutindo a relação. Quando minha namorada tem alguma conduta que não me agrada, eu apenas digo que não gostei e pronto! Não precisamos ficar discutindo sempre a relação", explica. Segundo ele, fazer D.R. é apontar os pontos negativos da outra pessoa. E uma discussão sobre o que não agrada no parceiro pode acabar desgastando ainda mais o relacionamento. Não são apenas os homens que fogem da D.R. Ao contrário do que a maioria pensa, não são só os homens que não gostam de D.R.. Algumas mulheres também não querem nem saber da tal conversa. A estudante Camila de Almeida que o diga. Há três meses terminou um relacionamento de seis anos. "Ele estava sempre querendo discutir a relação. A cada briga, vinham à tona todos os assuntos do passado que já haviam sido discutidos. Um dia eu me cansei e dei um basta na relação", diz.
Terapia, uma solução De acordo com Rosana, quem mais procura pela terapia são os casais com tempo de relacionamento entre 20 e 30 anos. Isso acontece quando uma das partes se incomoda e começa a querer se sentir melhor no relacionamento. Mas não são apenas os casais de longos anos de união que se propõem em participar da terapia de casais. Nos dias de hoje já é possível encontrar técnicas para namorados e noivos, que funcionam como um teste para saber se o relacionamento vai dar certo ou não. Há também aqueles que durante a terapia descobrem que estavam vivendo uma situação de conflito, e que a única coisa que resta é carinho pelo outro. "É muito comum acontecer isso hoje em dia, principalmente nos casamentos", afirma a psicóloga. Para que a discussão não se torne uma constante na vida do casal, o ideal que a mulher e o homem saibam o momento certo para acionar a D.R.. E até para haver o diálogo, é preciso que os dois queiram. A professora Elizandra da Matta fez várias tentativas para que seu companheiro aceitasse participar da terapia de casais, mas ele não concordava. Casados há nove anos, Elizandra e Alexandre passaram por uma fase de desacordos. "Nós não conseguíamos mais falar a mesma língua. Nosso maior problema é que nenhum dos dois queria ceder. Ficávamos somente apontando os defeitos do outro", conta. Até que um dia, quando na relação já não havia mais diálogo, Alexandre decidiu aceitar participar da terapia e tomou a iniciativa. "Antes da D.R. a sintonia não era a mesma. Um falava uma coisa, o outro entendia de maneira errada", desabafa o militar Alexandre da Matta, de 34 anos. Na opinião dele, é mais confortável fazer a discussão na terapia. "Diante do psicólogo dá para falar mais abertamente que se fosse com um amigo, pois ele é imparcial", completa. Dicas para evitar a D.R. Para que a relação não chegue ao ponto de fazer uma D.R., o jeito é não deixar o romance cair na rotina e procurar entender se o parceiro está totalmente satisfeito. A dica é estar sempre atento aos gostos do parceiro, deixando-o criar expectativas em relação aos mínimos detalhes que dizem respeito ao casal, desde a relação sexual à forma de se vestir para uma festa. Mas, se mesmo assim alguma coisa não agradar, faça uma D.R.! Fonte:wwww.bolsademulher.com.br

sábado, 28 de janeiro de 2012

Mais notícias sobre desabamento de prédios no Centro do RJ ¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
Entulho removido para lixão será vistoriado em busca de corpos Até o início da tarde deste sábado, 17 vítimas foram resgatadas dos escombros; 5 ainda não haviam sido encontradas pelas equipes de resgate Três dias depois do desabamento de três prédios no centro do Rio, os bombeiros determinaram o início das buscas por corpos de vítimas a 30 quilômetros de distância, no terreno da Baixada Fluminense em que foi depositado o entulho retirado do local da tragédia. Ainda há cinco desaparecidos, o que pode elevar para 22 o número de mortos, mas restam poucos pontos onde podem ser encontradas vítimas. Retroescavadeiras foram desligadas no local. Até a tarde deste sábado, 28, 17 corpos haviam sido removidos dos escombros. O comandante da equipe de buscas admitiu a possibilidade de que mais vítimas tenham sido levadas por engano pelas escavadeiras. Na sexta-feira, um corpo, muito mutilado, foi encontrado entre o entulho que já havia sido removido para um terreno às margens da Rodovia Washington Luís, no município de Duque de Caxias. "Eu não descarto a possibilidade (de haver outras vítimas nesse local). Já encontramos aqui corpos que facilmente seriam confundidos com escombros", disse o comandante-geral dos bombeiros, coronel Sérgio Simões. "Em uma operação desse porte, essa possibilidade tem de ser considerada. Por isso, determinamos que todos os escombros fossem mantidos em um mesmo local." O comandante afirmou também que o reconhecimento de algumas vítimas só poderá ser feito a partir de exames de DNA.
Três Prédios desabam no Centro do Rio de Janeiro. ¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
Segundo a Defesa Civil, a tragédia deixou 12 vítimas, entre mortos e feridos. Prédio fica na Rua Treze de Maio, perto do Teatro Municipal. ¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨ Um desabamento atingiu pelo menos três prédios no Centro do Rio, na altura da Avenida Treze de Maio. De acordo com a empresária Zilene Bernardino, que trabalha no local, desabaram um prédio de dez andares na Rua Manuel de Carvalho, esquina com Treze de Maio,outro de 21 andares e um sobrado na própria Treze de Maio. A Defesa Civil Estadual informou que o desabamento deixou 12 vítimas, entre mortos e feridos, um deles retirado do meio dos escombros.
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

São Paulo celebra 458 anos com homenagens e shows
Cerca de 8 mil pessoas se reuniram para a ’World Bike Tour’ nesta 4ª feira Foto: Reinaldo Marques/Terra -------------------------------------------------------------------------------- Comentar 0São Paulo celebra nesta 4ª feira seu aniversário de 458 anos, e ganhará comemorações por toda a cidade. Seja em uma homenagem discreta, como a faixa de um morador que se declara apaixonado pela 'terra da garoa', ou com shows e exposições, o dia deve ser marcado pelas comemorações. Como parte da festa, a cidade recebeu a 4ª edição do 'World Bike Tour São Paulo'. Nela, os cerca de 8 mil inscritos irão percorrer de bicicleta 10 km por um itinerário que começou na ponte Octávio Frias de Oliveira, a ponte Estaiada, até o velódromo da Universidade de São Paulo (USP). Para a realização do evento, a CET interditou parte da avenida Jornalista Roberto Marinho, o trecho da Marginal Pinheiros, sentido Castelo Castelo Branco, entre a ponte das Américas e a rua Maria Da Grã, a ponte cidade Universitária e parte das ruas Alvarenga, Teixeira Soares e da avenida Afrânio Peixoto. Em toda a cidade, shows e eventos estão programados para celebrar a data e presentear os paulistanos. Para quem pretende comemorar ao som de música, Os Paralamas do Sucesso fazem show gratuito no Parque da Juventude, na zona norte da capital, a partir das 18h. Já o cantor Ney Matogrosso se apresentará na Praça da República a partir das 20h, com músicas do seu último álbum, Beijo Bandido. Mas o dia promete agradar a todos os gostos musicais, com o show de despedida do grupo Exaltasamba no Pavilhão do Anhembi, apresentação da roqueira baiana Pitty no Sesc Pinheiros, forró no Centro de Tradições Nordestinas (CTN), e apresentações de Ana Cañas, Mariana Aydar e Tiê no parque Villa Lobos, entre outros. Já aqueles que querem conhecer um pouco mais de São Paulo podem conferir as inúmeras exposições, passeios turísticos e caminhadas que são destaques da programação. Na Represa de Guarapiranga um parque aquático inflável será montado, e é uma boa opção para adultos e crianças.

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