segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Geração dos insatisfeitos

Você se considera uma pessoa insatisfeita? Se sim, esse texto é pra você. Se não, com certeza conhece alguém que se encaixa nesse perfil, não é? Vale a pena dar uma lida para conferir.

Hoje eu quero falar com você, meu amigo e minha amiga, que sofre do mesmo problema que eu. Sabe aquele menino que sempre foi bem na escola e tinha tudo pra ser diretor de uma grande multinacional? Ou aquela menina que sempre tirava as melhores notas e era movida pela competitividade com os outros CDF da turma? Ah, e ainda os que sempre foram o orgulho da família, os que desenhavam bem desde sempre e, é claro, os que se gabam até hoje por ter aprendido a ler e a escrever antes dos 4 anos. Se até hoje você se sentiu exclusivo por qualquer um desses motivos, talvez eu tenha algo a lhe contar: você é mais comum do que imagina e pessoas como você existem aos montes por aí. Se isso parece ruim à primeira vista, vou ainda mais longe: pessoas como você – e como eu, muito prazer – estão sofrendo um mal quase irreparável e, pode confiar em mim, saber que existe mais gente como nós pode soar como um alívio.
Era bacana ser o melhor. Na sala de aula, dentro de campo, no recital de piano. A gente enchia o peito e agradecia, forjando uma timidez qualquer, aos elogios que brotavam a cada vez que mostrávamos nosso potencial pródigo e autodidata. Mas aí o tempo foi passando, a gente cresceu e precisou trilhar um rumo. Você escolheu o quê? Jornalismo ou Publicidade? Design ou Administração? Não importa o curso, ouso até generalizar que boa parte dos engenheiros e médicos também devam sofrer como nós. Foi a partir daí, da escolha de um futuro único diagnosticado pela universidade, que surgiu em nossa vida o tal mal quase irreparável: o medo de não dar certo. É o pânico em não realizar todo o planejado – por si e pelos outros – no auge dos seus vinte e poucos anos, é a crise por não saber qual caminho seguir, é o drama em ter que escolher a bicicleta ou o casamento, o mestrado ou a pós-graduação, o emprego com registro e rotina ou uma vida de freelancer repleta de altos e baixos.
Os dias se transformam em anos e, sentado no escritório lendo esse texto, prevejo que um diploma, um emprego e o aluguel em dia você já tem. Bacana demais estar, por este ângulo, longe dos 30 e já ser quem você é. Desesperador, de outra sorte, saber que os trinta chegam logo e que, poxa vida, ainda falta muito pra você chegar à metade de tudo que planejou até aqui.
Que tal decidir desabafar com seus melhores amigos? Garanto que você não consegue sequer dizer de onde provém toda a angústia aí de dentro, né? É difícil fazer com que as pessoas entendam que, durante toda sua vida, você sempre soube o que fez, mesmo sem ter noção do que fazia, e, de uma hora pra outra, acabou perdendo-se por completo sem saber onde ir e, o principal, sem saber onde quer chegar. Talvez seja melhor manter-se calado. Talvez não.
Sem querer recorrer aos conselhos de sempre dos – bons, que fique claro – amigos de sempre, ontem decidi ligar pra minha mãe. Tentei disfarçar o choro, mas ela me conhece melhor que qualquer um. Acho que passei meia hora falando, tentando transformar em palavra cada dor sentida e ela, é claro, ouviu atenta sílaba por sílaba despejada por mim. Tinha que ser minha mãe, não adiantava mais contar aos-e-com meus amigos. Disse, então, a ela: meus amigos me chamam de insatisfeito; falam que eu tenho o que quero, levo a vida dos sonhos, cheia de restaurantes, vinhos e sacolas cheias de histórias e desejos realizados. Mas você sabe que não é bem assim, mãe…
Aí parei de falar. O telefone ficou mudo por uns 3 segundos que pareceram 3 horas até ela pedir a palavra.
– Pronto? Posso?
– Fala, mãe.
Por fim, a aula, o banho de água fria e o colo de que eu tanto precisava. Que obrigação a gente tem, aos vinte e poucos anos, de ter uma vida bem-sucedida e completamente linear? Excetuando-se os funcionários públicos que galgaram o caminho da estabilidade, a vida é uma incógnita enorme não só aos vinte e poucos, mas aos trinta, quarenta e cinquenta e poucos anos também. Depois de ouvir todas as vezes em que minha mãe se reergueu e me lembrar de onde ela conseguiu chegar, depois de tantas palavras que faziam as vezes do abraço apertado que só ela consegue me dar e depois do choro secar, a gente se despediu e cumprimentei minha confiança outra vez.
Provavelmente eu não seja mais o melhor em tudo, ao menos aos olhos do mundo. Assim como faz algum tempo que parei de competir notas ou de pular lições do curso de piano por achar que já sabia o suficiente. Hoje eu aprendi que a gente tem licença poética eterna pra errar, que a gente tem a vida inteira pra dar certo e, o mais importante, que dar certo não quer dizer fazer o que a vida inteira você planejou.
Afinal de contas, muita gente aqui queria ser cantor, astronauta ou um dos Power Rangers. Se não deu certo, o tempo há de mostrar que você pode ser bom escrevendo poemas, dando cambalhotas no circo, liderando uma ONG, escrevendo livros de autoajuda ou sendo diretor de uma grande multinacional. A graça está no mistério, no medo, no frio na barriga. A graça é ver graça nas coisas e fazer da dúvida um motivo encorajador pra nunca desistir de descobrir, a cada dia, quem a gente é e o quão importantes somos pro mundo.
Ah, e seu mundo é você quem faz, tá? Nada de querer agradar a quem não luta e vibra pelo seu sucesso. Tá feliz vendendo picolé de fruta? Então passa lá em casa que, com as ideias fundindo e a cabeça a todo vapor, nada melhor que uma boa conversa e um refresco a quem também está procurando um lugar ao sol.

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/

A coragem de mudar


Às vezes, quem sabe parar, mudar, desistir, repensar e adotar um novo ponto de vista tem tanto talento – e tanto valor quanto quem é um grande realizador. Muita gente não tem coragem de abandonar seu emprego e partir para outro negócio – e fica infeliz onde está pelo resto de sua vida. É o caso da pessoa que acaba passando 20 anos na mesma empresa fazendo o que não gosta – quando podia ter tido muito mais sucesso em qualquer outro negócio.

Todo grande empresário precisa ser um grande realizador – mas, para realizar bem, precisa gostar do que faz. E não é sempre que se pode acertar a profissão ideal. Geralmente, as pessoas ficam com medo ou acomodadas ou receosas em ter de dar tanta satisfação para conseguirem tomar uma decisão simples. Para desistir de um casamento, você tem de dar satisfação à família, à sociedade, à igreja, aos filhos. Para desistir de uma carreira, você tem de dar satisfação aos colegas, aos amigos, aos chefes, às pessoas que estavam acostumadas à sua imagem ligada a determinada empresa eventualmente até a credores. Mas quando se trata da sua felicidade pessoal, a única pessoa a quem você deve qualquer satisfação é você mesmo. E a felicidade pessoal de toda pessoa passa pelo trabalho.
É muito comum ver publicitário reclamando da sua profissão. Ou porque o cliente não entende suas idéias, ou o atendimento pede tudo em cima da hora, ou a campanha não saiu como era ideal – tudo é motivo de problema, de queixa, de insatisfação. Toda pessoa tem o sagrado direito de não gostar do que faz – só não tem o direito de continuar a fazer o que não gosta. Minha disposição de enfrentar um negócio novo e me dedicar inteiramente para ver até onde esse novo negócio poderia crescer provavelmente seja fruto dessa minha convicção de que não existe trabalho bem-feito sem paixão. Quando sentir que não contribuo mais, que não sou mais útil a qualquer negócio, tenho certeza de que vou ter de novo a coragem de reconhecer minha disponibilidade – e ir embora.
Todo empresário precisa ter a visão e a lucidez de saber se enxergar em seu mercado – e a coragem de abandonar tudo, quando for preciso. Uma das lições mais difíceis e mais necessárias que se tem de aprender é como se tornar gradualmente desnecessário. Existe um mundo de oportunidades que se abrem, dia a dia, para todo bom profissional. Mas um bom profissional é melhor ainda quando sabe fazer a escolha certa. Como na vida pessoal, a decisão de continuar ou não um casamento, uma relação ou uma amizade é sempre muito complexa, na vida profissional a decisão de aceitar ou não uma proposta, comprar ou não mais mercado, associar-se ou não a algum grupo e terminar ou não uma sociedade também deve ser decisiva.
Sempre repeti que dinheiro não traz felicidade – mas certamente felicidade ajuda a trazer dinheiro. O importante é realmente atentar para o fato de que o dinheiro era sempre mencionado após o desejo de felicidade. Todo mundo sabe como dinheiro pode ajudar a conquistar a felicidade para certas pessoas, mas o curioso é que, no interior do negócio, a felicidade era sempre mencionada antes. Como o sonho de felicidade pessoal era anterior até ao da estabilidade financeira, eu mesmo comecei contando a todos qual era o meu ideal de uma agência saudável, feliz e na qual trabalhar pudesse ser uma alegria. Desde cedo, eu sabia que não tinha vindo ao mundo a passeio. E estabeleci meu plano de carreira – e minhas metas profissionais – tendo em mente que o que mais queria era fazer alguma diferença em tudo a que me dedicasse. E, para isso, a paixão pelo trabalho – especialmente a paixão pelo trabalho bem-feito – sempre foi essencial. Mesmo no trabalho, as pessoas deviam buscar o que dá mais prazer. Sempre.
Do livro: Construindo uma Vida, de Roberto Justus

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Apenas para quem curte

Tenho uma coisa para compartilhar com vocês...Adoro imagens! Diversas imagens!





































Presente de um amigo.

A primeira vez que ouvi essa canção,foi há alguns anos atrás...Ela me foi apresentada por um amigo.Quando parei para ouvi-lá de fato,me apaixonei.E compartilho-a com vocês,esperando que gostem.Um beijo.

Ah,como é bom falar de amor!

segunda-feira, 16 de junho de 2014


Cientistas da Universidade de Birmingham, na Grã-Bretanha, 
estão testando um robô guarda-noturno em um escritório.
"Bob" está patrulhando o escritório da empresa de segurança G4S, em Tewkesbury na Inglaterra.
Seguindo a planta que possui do escritório, 
o robô entra em uma sala, filma, e faz um scan em 3D, 
usando uma tecnologia parecida com a de jogos de computador.
Ele faz um mapeamento do local e, 
se percebe algo diferente da última vistoria - 
ou um item fora do lugar - faz um alerta.

Segundo Stewart Angell, da empresa de segurança, 
Bob não substitui os vigias humanos,
pois estes conseguem tomar decisões rápidas 
sobre mudanças no ambiente. 
Ele diz que Bob é apenas uma ajuda complementar.

http://noticias.terra.com.br/





Não é 100%. Tira-teima da TV da Fifa é sujeito a erro humano.








Francis Tellier
O tira-teima utilizado pela TV da Fifa para tirar dúvidas de impedimento nas transmissões da Copa-2014 não tem 100% de precisão e está submetido ao erro humano assim como decisões de auxiliares. A informação é do diretor-executivo da HBS (Host Broadcast System), Francis Tellier, parceiro da entidade que comanda as imagens do Mundial.
A cada lance de impedimento, a TV da Fifa traça uma linha para mostrar se o jogador estava impedido ou não. Só que quem determina essa linha é um operador, ou seja, o resultado e a precisão dependem dele. O gráfico é mostrado nas transmissões.
É um caso bem diferente da Goal Line Technology, em que câmeras identificam de forma puramente eletrônica se a bola ultrapassou a linha do gol. Assim, foi confiável a sua decisão de que o chute de Benzema, de fato, entrou no gol de Honduras, na partida deste sábado, no Beira-Rio.
“(Tira-teima) Tem uma gente boa operando. São experientes. Se pegar a Goal Line: é científico. Tem várias câmeras. O tira-teima não é científico. Há um julgamento humano no replay'', contou Tellier.







O presidente da Fifa, Joseph Blatter, levantou a possibilidade de repetições serem usadas para ajudar a arbitragem. Técnicos poderiam questionar decisões do trio de juízes. Mas a implantação de um sistema confiável é muito complexa.
“Teria que pensar porque é supercomplicado. Poderíamos fazer. Seria um desafio. Sempre haveria a questão da decisão de um humano. Claro que o nosso operador  contaria com a televisão, que o auxiliar não tem''; observou Tellier.
O executivo informou que poderia criar um sistema que enviasse rapidamente as imagens pra decisão do juiz. Mas, pelas suas palavras, será muito complicado organizar uma operação que elimine o fator humano e os erros na arbitragem.
Fonte:http://rodrigomattos.blogosfera.uol.com.br/

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Doente, Miley Cyrus cancela mais um show da turnê 'Bangerz'

Miley Cyrus não vai subir ao palco na sexta-feira (2), como estava agendado no calendário da turnê Bangerz. A cantora de 21 anos ficou doente novamente e foi forçada a reagendar sua passagem por Amsterdam, na Holanda. As informações são da revista Life & Style.
"Cyrus ainda continua se recuperando de uma severa reação alérgica que ela sofreu no dia 15 de abril. Depois de um período de melhora, os sitomas retornaram e os médicos não permitem que ela viaje", informou um comunicado oficial.
O documento diz ainda que Miley Cyrus deve permanecer sob cuidados dos médicos, mas, apesar disso, o show da O2 Arena, em Londres, no próximo dia 6 está mantido.
A equipe de Miley garante que a cantora, que chegou até a ser hospitalizada, sofre de uma alergia severa ao antibiótico Cephalexin. De acordo com o médico Michael Zimring, o remédio dificilmente causa reações alérgicas severas. 
Na revista desta semana, a Life & Style traz na capa que amigos da cantora acreditam que ela tem participado de muitas festas e passado dos limites em todas elas. Alguns acreditam até que ela teve uma overdose.
musica.terra.com.br

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Que vergonha, esse processo do mensalão! Oh Supremo!!!

PGR se manifesta a favor de trabalho externo para Dirceu

José Dirceu: julgamento de concessão de trabalho externo

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) a favor da concessão do benefício de trabalho externo ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado a sete anos e 11 meses de prisão na Ação Penal 470, o processo do mensalão. O documento foi entregue na sexta-feira (11).
A análise do pedido de trabalho externo foi suspensa para apurar se Dirceu falou ao celular dentro da prisão, no dia 17 de janeiro, com James Correia, secretário da Indústria do governo da Bahia. Caberá ao presidente do STF, Joaquim Barbosa, decidir sobre a sindicância, mesmo com o processo tendo sido conduzido pela Vara de Execuções Penais do Distrito Federal.
No documento, Janot disse ao presidente do STF, Joaquim Barbosa, que "não visualiza novas medidas úteis para o esclarecimento dos fatos", porque o processo disciplinar foi concluído e ficou constatado que ex-ministro não falou ao celular. "No que concerne ao requerimento de trabalho externo do sentenciado, não há nada a opor, porque, do que se tem conhecimento, os requisitos legais foram preenchidos", disse o procurador.
Por entender que o processo disciplinar está encerrado, Janot deve rejeitar o pedido do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios de quebra de sigilo telefônico. Para investigar se Dirceu falou ao celular, o Ministério Público pediu ao STF a quebra do sigilo das ligações telefônicas dos envolvidos. Os promotores forneceram as coordenadas geográficas da região, indicando a longitude e latitude das áreas onde as ligações teriam ocorrido.
Segundo o advogado de Dirceu, uma das coordenadas está localizada no Centro de Internamento e Reeducação, onde o ex-ministro está preso. O outro local, de acordo com a defesa, é o Palácio do Planalto. Para justificar afirmação as localizações, o advogado anexou laudo de um engenheiro agrônomo.
Dirceu recebeu proposta para trabalhar no escritório do advogado José Gerardo Grossi, em Brasília. Se a autorização for concedida, o ex-ministro poderá trabalhar na biblioteca da empresa, na pesquisa de jurisprudência de processos, e ajudando na parte administrativa. O horário de trabalho é das 8h às 18h, com uma hora de almoço. O salário é de R$ 2,1 mil.
O jornal Folha de S.Paulo, no dia 17 de janeiro, disse que Dirceu conversou por telefone celular com James Correia, secretário da Indústria do governo da Bahia. Segundo a matéria, a conversa ocorreu por intermédio de uma terceira pessoa que visitou Dirceu. Na ocasião, a defesa do ex-ministro negou que a conversa tenha ocorrido, e a Secretaria de Segurança Pública abriu processo administrativo para investigar o caso.


Arquivo do blog