sexta-feira, 15 de março de 2013

Bolo de chocolate em camadas


Hum,parece delicioso!Ai que loucura!
 
 
Bolo de chocolate em camadas
Bolo de chocolate em camadas: todos vão pedir bis

Foto: Ormuzd Alves
Preparo: Rápido (até 30 minutos)
Rendimento: 16 porções
Dificuldade: Médio
Categoria: Bolo
Calorias: 288 por porção

Ingredientes

. 1 embalagem de bolo pronto sabor chocolate
Calda:
. 1 xícara (chá) de leite
. 1 colher (sopa) de conhaque ou rum
. 1 colher (sopa) de chocolate em pó

Recheio:
. 1 colher (café) de café instantâneo
. 2 colheres (sopa) de leite
. 2 embalagens de cream cheese (300g)
. 300g de chocolate em barra picado
. 1 xícara (chá) de açúcar
. Morangos ou cerejas para decorar

Modo de Preparo

Prepare o bolo de acordo com as instruções da embalagem. Coloque em uma fôrma redonda. Depois de assado, corte em três discos. Calda: Misture o leite, o conhaque e o chocolate em pó. Reserve.

Recheio: Em uma tigela, dissolva o café no leite. Junte o cream cheese e bata bem. Junte o chocolate derretido em banho maria, o açúcar e misture até ficar um creme homogêneo. Em um aro próprio para montagem de bolo untado com um pouco de óleo e polvilhado com açúcar, alterne os discos de bolo umedecidos com a calda e camadas de creme. Leve a geladeira por no mínimo 4 horas. Desenforme e decore com morangos ou cerejas.

Dica: O aro para montagem de bolos é encontrado em lojas especializadas em produtos de festa.


Fonte:http://mdemulher.abril.com.br/culinaria/receitas/receita-de-bolo-chocolate-camadas-483262.shtml
 


segunda-feira, 4 de março de 2013

Quer exclusividade em seu relacionamento?



 Saber diferença entre lealdade e fidelidade pode fortalecer relação 
  


Penso que já chegou a hora de deixar a hipocrisia de lado e falar abertamente sobre algo que, se ainda não aconteceu com você, certamente já ocorreu com alguém próximo: a infidelidade. Afinal, você deve conhecer pelo menos uma pessoa que foi "vítima" ou "agente" de "traição" num relacionamento.
Para a maioria das pessoas, o modelo ideal é a relação de exclusividade, principalmente exclusividade sexual. Isso porque essa grande parcela da população acredita que se o indivíduo não transar com mais ninguém além do próprio parceiro ou parceira, é sinal de que ele lhe tem amor e é honesto em seus sentimentos. Na sociedade machista, alguns homens tendem a exigir que essa regra seja cumprida por suas mulheres, mas nem de longe a regra se aplica a eles. O casal estabelece o jogo do "faz-de-conta", do "você finge que me engana e eu finjo que acredito". E, dessa forma, seguem a vida até que ocasionalmente se descobre uma amante ou uma pulada de cerca fortuita, mas impossível de não enxergar.
Mas será que esse modelo tem via de mão única? Não, não tem. As mulheres, tanto quanto os homens - se bem que por motivos diversos - também "derrapam" quando o assunto é fidelidade.

Por que as pessoas traem?

No fundo, cada um acredita que tem bons motivos para "trair" e de certa forma conseguem lidar com o relacionamento sem que, na maior parte das vezes, o relacionamento paralelo ou a "escapada" ocasional interfira na vida do casal. Ao menos é nisso que quem "trai" acredita...
Onde reside a hipocrisia? Certamente no tipo de acordo que se faz quando o casal sela um compromisso. Dificilmente se inicia um relacionamento considerando as experiências já vividas e ouvidas. Dificilmente as pessoas se enxergam como seres humanos que são, ou seja, vulneráveis, inseguros, sedutores, carentes e inquietos por explorar novos territórios, por se experimentar. Quando nos propomos um compromisso afetivo com alguém, perdemos a perspectiva do tempo que passa, da rotina que se estabelece, e nos julgamos blindados frente aos infinitos apelos que a vida proporciona e às inúmeras adversidades que surgem decorrentes de uma união que muitas vezes "empurra" uma ou ambas as partes a buscar outro tipo de acolhida em outros braços.
Será que "trair" significa necessariamente ausência de amor, como se quer acreditar muitas vezes? Vamos enumerar algumas poucas razões que motivam a "traição":
  • não sentir-se desejado pelo parceiro
  • não sentir-se amado pelo parceiro
  • sexo insatisfatório
  • descompasso na vida sexual
  • vingança ("ele (ou ela) me traiu, então vou fazer o mesmo - mesmo que o outro não venha a saber...")
  • falta de atenção por parte do parceiro
  • carências diversas
  • desejo de experimentar novas emoções
  • dúvidas quanto ao próprio poder de sedução
  • pressão social
  • dificuldade de reinventar e renovar o relacionamento
  • apaixonar-se por outra pessoa
Poderíamos enumerar mais motivos que levam a uma "traição", mas o fato é que as razões são muito particulares e sempre se justificam aos olhos de quem "traiu".

Lealdade pode ser mais relevante que fidelidade

É importante partir do princípio de que só existe traição quando se estabelece um acordo de fidelidade, seja ele implícito ou explícito. Sendo assim, qual seria a saída ideal para absorver esse fato, sem se exasperar com o orgulho ferido ou com o sentimento de desamor?
Podemos começar por substituir a palavra "fidelidade" pela palavra "lealdade". Uma união é muito mais que a ilusão de posse sobre o corpo do outro, e muito mais que a falsa ideia de que somos completos para as necessidades emocionais do parceiro."Uma união é muito mais que a ilusão de posse sobre o corpo do outro, e muito mais que a falsa ideia de que somos completos para as necessidades emocionais do parceiro."
Ninguém é tão completo ou tão versátil que possa ser "tudo" para o outro. Sem essa consciência continuaremos no mesmo atoleiro que faz de tantos casais uma dupla de vítima e algoz, sem que de fato eles sejam uma ou outra coisa.
A diferença entre fidelidade e lealdade tem uma sutileza paradoxalmente abissal entre um e outro conceito. Enquanto a fidelidade pressupõe um dever moral, praticamente um contrato cuja quebra tem o sofrimento e a vergonha como punições, a lealdade não se ocupa com regras, mas com a confiança no vínculo de afeto, com valores que tocam as emoções, com um respeito que vai muito além da formalidade estética da fidelidade. A lealdade pressupõe um grau de maturidade emocional que compreende e aceita a natureza humana sem vulgarizar seus tropeços.
Quando um casal faz um acordo de fidelidade e esse acordo é quebrado, a "traição" leva um à culpa massacrante e o outro a um sofrimento que engloba sentimentos de exclusão, abandono, rejeição, vergonha, raiva, e tantos outros. A digestão é difícil, a desconfiança se instala, e a relação - quando não se rompe - se torna desigual mesmo que o "perdão" aconteça.
Quando o acordo é de lealdade e um dos dois experimentou um relacionamento com outra pessoa, já existe, por princípio, a compreensão, o entendimento de que todos somos suscetíveis, uns mais outros menos, a nos deixarmos levar por alguma circunstância que seduza nossos sentidos. É claro que ciúme e desconforto com o fato de sabermos que nosso parceiro (ou parceira) está ou esteve envolvido em outra história, mesmo que seja passageira, são sentimentos igualmente humanos, não se pode evitar quando amamos. Mas a carga da palavra "traição" não estará presente, o que já prenuncia um diálogo mais sereno e com possibilidades mais realistas de ajustar o relacionamento com mais sinceridade. Sequer a palavra "perdão" cabe, pois entende-se que a compreensão da condição humana prescinde de qualquer perdão.
Ser leal num relacionamento começa realmente com uma boa dose de maturidade que pressupõe, entre outros fatores, optar por viver a vida para si (para o próprio casal) e não para os outros. Já o acordo de fidelidade parece estar atrelado a algum tipo de satisfação à sociedade e o casal se torna passível de julgamento:
  • Fulano é um sem vergonha!
  • Como ela teve coragem de perdoar a traição?
  • Ah, foi traído porque deve ter merecido.
Isso sem contar os comentários mais vulgares e apimentados, como se quem sofreu a "traição" fosse motivo de chacota ou como se quem "traiu" fosse um monstro insensível. Mas, infelizmente, muitos que se veem nessa situação acabam, por imaturidade ou por inércia, acreditando nos rótulos julgadores que fazem parte de uma cultura rasa que já deveria estar ultrapassada.

Diante de uma traição, renove-se

É claro que o ideal seria manter relacionamentos sólidos e exclusivos como forma de nos proteger e de protegermos os sentimentos do outro. Mas é claro também que a vida é dinâmica, nos prega peças, nossos interesses mudam e estamos em constante aperfeiçoamento e adaptação a novas circunstâncias. Muitas coisas que fogem ao nosso controle podem acontecer... e acontecem! Não vivemos um conto de fadas e a realidade é sem dúvida muito mais rica e diversa, cheia de possibilidades que podem enriquecer e fortalecer uniões, ou mesmo promover finais menos sofridos e traumáticos quanto mais estivermos conscientes de nossa condição humana.
Diante de uma "traição", ao invés de se culpar acreditando que não foi boa (ou bom) o bastante, ao invés de crucificar o parceiro acreditando que ele (ou ela) foi vulgar, procure antes refletir e buscar o diálogo calmo. Abra-se para um olhar mais realista, viva seus tempos de digestão do inevitável desconforto, não se torture querendo nomes e detalhes que só farão a dor se transformar em sofrimento e só provocarão constrangimentos a ambos. Se perceber que existe solidez em sua relação, que existem sentimentos bons que alicerçam a história de vocês, permita-se a chance da renovação não apenas da união, mas especialmente de seus conceitos de vida.

SOBRE O AUTOR
Celia Lima
Psicoterapeuta Holística, utiliza florais e técnicas da psicossíntese como apoio ao processo terapêutico.



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Olhem que postagem interessante.

AMIGOS LEIAM ATENTAMENTE...O QUE VALE MAIS...NESTA VIDA



Dr. Enio Buffolo - Cardiologista

Quando publiquei estes conselhos em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta.

São eles:

1. Não cuide de seu trabalho antes de tudo.
As necessidades pessoais e familiares são prioritárias.

2. Não trabalhe aos sábados o dia inteiro e, de maneira  nenhuma, trabalhe aos domingos. 

3. Não permaneça no escritório à noite e não leve
    trabalho para casa e/ou trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer "sim"a tudo que lhe solicitarem,  aprenda a dizer "não". 

5. Não procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e nem aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc. 

6. Se dê ao luxo de um café da manhã ou de uma refeição tranquila. Não aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes. 

7. Pratique esportes. Faça ginástica, natação, caminhe, pesque,  jogue bola ou tênis. 

8. Tire férias sempre que puder, você precisa disso. Lembre-se  que você não é de ferro.


9. Não centralize todo o trabalho em você, não é preciso controlar e  examinar tudo para ver se está dando certo... Aprenda a delegar. 

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, não tome logo remédios, estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Procure um médico. 

11. Não tome calmantes e sedativos de todos os tipos para dormir. Apesar deles agirem rápido e serem baratos, o uso contínuo fazem mal à saúde. 

12. E por último, o mais importante: permita-se a ter momentos   de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto não é só para crédulos e tolos sensíveis; faz bem à vida e à saúde.

IMPORTANTE:

OS ATAQUES DE CORAÇÃO

Uma nota importante sobre os ataques cardíacos.
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da
dor no braço esquerdo.
Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo,
assim como náuseas e suores abundantes.

Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam não se levantaram.
Mas a dor no peito pode acordá-lo de um sono profundo.

Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (192, 193 ou 190) e diga ''ataque cardíaco'' e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se  numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse, pois ela fará o coração
pegar no tranco; tussa de dois em dois
segundos, até chegar o socorro..
NÃO SE DEITE !!!!

Um cardiologista disse que, se cada pessoa que receber este e-mail, o enviar a 10 pessoas, pode ter a certeza de que se salvará pelo menos uma vida !

REPASSE, NÃO DOI NADA!!!!!!!!

 
 Quem se faz presente na vida deixa muita saudade e perfume por onde passa.
Há algo mais forte que os laços de sangue: são os laços do coração.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

A Origem do Carnaval no Brasil

 
Dez mil anos antes de Cristo, homens, mulheres e crianças se reuniam no verão com rostos mascarados e os corpos pintados para espantar os demônios da má colheita. As origens do carnaval têm sido buscadas na mais antigas celebrações da humanidade, tais como as Festas Egípcias que homenageavam a deusa Isis e ao Touro Apis. Os gregos festejavam com grandiosidade nas festas Lupercais e Saturnais a celebração da volta da primavera, que simbolizava o Renascer da Natureza. Mas num ponto todos concordavam, as grandes festas, como o carnaval, estão associadas a fenômenos astronômicos e a ciclos naturais. O carnaval se caracteriza por festas, divertimento públicos, bailes de máscaras e manifestações folclóricas. Na Europa, os mais famosos carnavais foram ou são: os de Paris, Veneza, Munique e Roma, seguidos de Nápoles, Florença e Nice.

Carnaval no Brasil

O carnaval foi chamado de Entrudo por influência dos portugueses da ilha da Madeira, Açores e Cabo Verde, que trouxeram a brincadeira de loucas correrias, mela-mela de farinha, água com limão, no ano de 1723, surgindo depois as batalhas de confetes serpentinas. No Brasil, o carnaval é festejado tradicionalmente no sábado, domingo, segunda e terça-feira anteriores aos quarentas dias que vão da quarta-feira de cinzas ao domingo de Páscoa. Na Bahia, é comemorado também na quinta-feira da terceira semana da Quaresma, mudando de nome para Micareta. Esta festa deu origem a várias outras em estados do Nordeste, todas com características baianas, com a presença indispensável dos Trios Elétricos e são realizados no decorrer do ano; em Fortaleza realiza-se o Fortal; em Natal, o Carnatal; em João Pessoa, a Micaroa; em Campina Grande, a Micarande; em Maceió, o Carnatal Fest; em Caruaru, o Micarú; no Recife, o Recifolia, já extinto.

 Carnaval AtualidadeFesta popular, o carnaval ocorre em regiões católicas, mas sua origem é obscura. No Brasil, o primeiro carnaval surgiu em 1641, promovido pelo governador Salvador Correia de Sá e Benevides em homenagem ao rei Dom João IV, restaurador do trono de Portugal. Hoje é uma das manifestações mais populares do país e festejado em todo o território nacional                                                                         
O carnaval é um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões católicas nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Qüinquagésima à chamada terça-feira gorda. Embora centrado no disfarce, na música, na dança e em gestos, a folia apresenta características distintas nas cidades em que se popularizou
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O termo carnaval é de origem incerta, embora seja encontrado já no latim medieval, como carnem levare ou carnelevarium, palavras dos séculos XI e XII, que significava a véspera da quarta-feira de cinzas, isto é, a hora em que começava a abstinência da carne durante os quarenta dias nos quais, no passado, os católicos eram proibidos pela igreja de comer carne.
 
É possível que suas raízes se encontrem num festival religioso primitivo, pagão, que homenageava o início do Ano Novo e o ressurgimento da natureza, mas há quem diga que suas primeiras manifestações ocorreram na Roma dos césares, ligadas às famosas saturnálias, de caráter orgíaco. Contudo, o rei Momo é uma das formas de Dionísio - o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo, e isto faz recuar a origem do carnaval para a Grécia arcaica, para os festejos que honravam a colheita. Sempre uma forma de comemorar, com muita alegria e desenvoltura, os atos de alimentar-se e beber, elementos indispensáveis à vida.

Cinzas de um Carnaval

Por vinte anos temos pesquisado sobre as mazelas do carnaval, tomando como base os noticiários da grande imprensa e o resultado é que de 1988 à 1993 morreram 892 pessoas durante o carnaval. Só no carnaval de 2006 foram registrados 41 homicídios e no carnaval seguinte 19 pessoas. No carnaval de 2008 em São Paulo morreram nas estradas 34 pessoas; em Belo Horizonte aconteceram 300 acidentes (um verdadeiro carnaval de acidentes), com 300 feridos e 24 mortos; num balanço geral da Polícia Rodoviária Federal o carnaval terminou com 128 mortos e 1.472 feridos em acidentes. Em Santa Catarina um carnaval de tragédias em 2009 com 27 pessoas mortas.
 
No carnaval de 2007 o investimento das 13 escolas do grupo especial ficou em torno de 59,2 milhões. Só a Beija-Flor gastou R$ 7 milhões. A escola de samba Salgueiro mostrou na avenida ritual de adoração às feiticeiras (líderes espirituais). Já a Unidos da Tijuca no seu carro abre-alas, trouxe a figura de um enorme lúcifer
 
Com o enredo "Metamorfoses do Reino Natural à corte Popular do Carnaval - As transformações da vida, a Vila Isabel falou da evolução da espécie humana, desde a origem como macaco até o homem moderno; a escola Vizinha Faladeira, com enredo "Oduduya, a volta ao templo de criação", no seu carro trouxe o deus africano que iluminará o caminho das crianças para o despertar de Uma Nova Era.
 
A Beija-Flor de Nilópolis mostrou no seu carnaval expressões africanas e referência ao candomblé, um dos componentes da comissão representava exu.
 
Em 2008 o preço da festa do carnaval foi de R$ 85 milhões promovido pelo poder público e quem pagou essa conta foi o contribuinte, as três esferas do governo deram verbas para promover a festa de Mamom na seguinte ordem: Governo Federal R$ 12 milhões, Governo Estadual 5 milhões e a Prefeitura com 5,2 milhões. Nesse ano a falta de controle sobre o gasto no carnaval foi alvo de CPI na câmara municipal do Rio.
O Carnaval do Rio de Janeiro Está em Decadência Há duas décadas, é cada vez mais difícil encontrar blocos nas ruas durante a festa, e os tradicionais bailes de salão estão praticamente extintos. Qual seria a razão desse esvaziamento?
 
"Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve.  Malaquias 3:18

Carnaval: Festa Pagã

Sambar com fé - religiões diferentes desfilam unidas na grande celebração profana que é o carnaval. Famosa integrante da Beija-Flor de Nilópolis leva a bandeira á igreja de São Jorge, antes do desfile, ela também vai a um centro espírita.
 
Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.  Lucas 16:13

Fonte:http://www.estudosgospel.com.br/datas-comemorativas/carnaval/a-origem-do-carnaval-no-brasil.html

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Frutas vermelhas ajudam a baixar a pressão arterial

 Um dos melhores remédios para manter a pressão arterial sob controle está na natureza... 



 É vermelho e tem o formato de um coração. Segundo cientistas, o morango e outras frutas vermelhas e pretas, como amora, framboesa, cereja e mirtilo, contêm substâncias que mantêm o bom fluxo de sangue, diminuindo o risco de doenças cadiovasculares. Adicionadas à dieta que normalmente se segue para baixar a pressão, as frutinhas podem fazer toda a diferença, garantem especialistas.

Num estudo recente, publicado na revista "American Journal of Clinical Nutrition", os autores investigaram a ação de compostos flavonoides contra a hipertensão (especialmente as antocianinas, responsáveis pelas cores vibrantes das frutas).
Pesquisadores da Universidades de East Anglia, na Inglaterra, e Harvard acompanharam por 14 anos 133.914 mulheres e 23.043 homens em dois programas de saúde pública: o Nurses' Health Study e o Health Professionals Follow-up Study. Nesse período, 29.018 mulheres 5.629 homens se tornaram hipertensos. Porém, aqueles que consumiram mais antocianinas de morangos e mirtilo tiveram uma redução de 8% no risco.Um quarto dos brasileiros sofre de hipertensão
Parece pouco, mas não é. Os hipertensos (no mínimo 25% dos brasileiros até 60 anos) normalmente precisam de mais de um medicamento e a doença é a principal causa de derrames. E a pesquisa reforça o conceito de que uma dieta equilibrada é um santo remédio. A nutricionista Marcela Knibel, coautora, com Dora Cardoso, de "Nutrição contemporânea, Saúde com sabor" (Rubio), lembra que a pirâmide alimentar indica o consumo de duas a quatro porções de frutas ao dia.
"Em se tratando de mirtilo, morango, cereja, ou seja, berries, uma porção dessas frutas equivale a cinco a dez unidades pequenas" - ensina.
Ela comenta que morangos e outras frutas vermelhas têm o efeito turbinado quando combinadas com outras medidas já mais conhecidas da população. É preciso restringir o consumo de sódio (de 3 a 6g de sal/dia), ter estilo de vida saudável, controlar o estresse e cortar ao máximo gorduras saturadas.
Além dessas mudanças, Marcela recomenda seguir, com a orientação de especialista, a dieta Dietary Approach to Stop Hypertension (Dash), cuja regras são semelhantes às da alimentação mediterrânea, que prioriza frutas, legumes, verduras, laticínios desnatados, grãos e cereais integrais, ervas aromáticas, peixes e azeite extra-virgem.
"Esse tipo de dieta reduz indiretamente a ingestão de sódio e gorduras nocivas e aumenta a ingestão de potássio, cálcio e gorduras boas, como as monoinsaturadas e as pollinsaturadas; fibras e antioxidantes, todos aliados contra a hipertensão"- afirma.
Cacau evita a inflamação dos vasos e das artérias
Os antioxidantes - como os do cacau (chocolate amargo), por exemplo - protegem contra a inflamação das artérias porque estimulam a produção de óxido nítrico na parede interna dos vasos. E este composto é um vasodilatador, melhorando o fluxo de sangue.

Na opinião de Isabel Jereissati, do Setor de Nutrição do Núcleo Integrado de Atenção à Saúde da Mulher da Santa Casa de Misericórdia do Rio, para ter mais benefícios, a melhor forma de consumir as frutas é em in natura. Mas é preciso associá-las a outros alimentos, como verduras e legumes, ricos em potássio e magnésio, os minerais com bom efeito na redução da pressão.
Virginia Nascimento, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrição, reforça que é preciso variar a dieta para controlar a pressão. Além de antocianinas, ela sugere maior consumo de potássio (cereais, castanhas, banana, damasco, figo, frutas secas e feijões); cálcio (leite e derivados, couve, agrião, mostarda, brócolis, feijões) e magnésio (carnes, leite, cereais, castanhas) na dieta diária. Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, a doença é a responsável por 40% dos infartos e atinge 5% das crianças e dos adolescentes.
Veja as dicas dos especialistas:
ABUSE DE ANTIOXIDANTES - Esses compostos estão entre os mais estudados no controle da pressão. Segundo Marcela Knibel, eles devem estar em todas as refeições, de quatro a seis vezes ao dia. A quantidade dependerá do peso, estatura e gasto energético diário de cada um. Além das frutas vermelhas, ela recomenda chocolate amargo acima de 70% de cacau, pêssego, suco de romã, linhaça dourada, farelo de aveia, frutas oleaginosas (castanhas, noz e pistache), maçã, alcachofra, soja, pimenta-da-jamaica, canela, cravo-da-índia, manjericão, orégano, alecrim, noz moscada e feijões. Isabel Jereissati lembra que as frutas secas, como ameixas e damasco, são ótimas fontes de potássio (elemento com efeito vasodilatador), assim como a água de coco. Estudos mostram que ingerir potássio em boa quantidade até ajuda a reduzir a dose de anti-hipertensivos.
MAIS LATICÍNIOS - Prefira os desnatados e light. O cálcio, diz Virginia Nascimento, ajuda a controlar o sódio, que, em excesso, aumenta pressão arterial. Já o magnésio, também encontrado no leite e em cereais, $o tônus e contração dos vasos e das artérias, estimulando o relaxamento, o que permite o melhor fluxo de sangue.

O PODER DOS DIURÉTICOS - As pessoas que já sofrem de hipertensão podem conseguir alguma melhora consumindo mais alimentos diuréticos. Mas, antes, devem consultar seus médicos. Em seu livro, Marcela Knibel sugere usar mais erva-doce, salsão, coentro, berinjela, hortelã, limão, abacaxi, melancia e maracujá. Eles evitam a retenção líquida. Alimentos ricos em vitamina C, como frutas cítricas, têm efeito comprovado contra a pressão alta.
EVITE ÁLCOOL - O abuso de álcool aumenta a pressão. Quanto mais se bebe, maior a elevação. Para os homens, recomenda-se o consumo máximo de dois drinques por dia, cerca de 720ml de cerveja, 240ml de vinho ou 60ml de bebidas destiladas. Para homens de pequeno porte e mulheres, o recomendado é de um drinque por dia, mais ou menos 360ml de cerveja, 120ml de vinho e 30ml de destilados, diz Marcela. Em doses altas o álcool dificulta o fluxo de sangue.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/saude/frutas-vermelhas-ajudam-baixar-pressao-2830802#ixzz2K4gSbcem
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

TPM e as alterações do humor feminino

Entenda melhor o distúrbio e veja como tratá-lo de forma natural

 

Quase todo mundo sabe que a famosa Tensão Pré-Menstural (TPM) afeta o estado de humor da mulher. E alguns estudos, como a pesquisa científica realizada pelo bioquímico Mikiya Muramatsu, da Universidade de São Paulo (USP), reforçam essa tese. O que poucos sabem é que esta alteração de humor não ocorre somente no período que antecede a menstruação, mas também durante o período menstrual e até mesmo alguns dias depois, pela alteração abrupta dos níveis hormonais da mulher.
Por isso, muito mais do que "frescurinha" ou forma de chamar atenção, como algumas pessoas adoram contestar, as alterações de humor são o reflexo fisiológico do corpo da mulher pelo aumento da progesterona (hormônio que prepara o útero para a gestação) e da testosterona (hormônio constante nos homens e cíclico na mulher).
Além disso, fatores externos como preocupação, problemas no trabalho e na família, excesso de responsabilidades ou ansiedade - nos primeiros quatorze dias do ciclo, ou seja, os primeiros quatorze dias após o término da menstruação - irão refletir no agravamento da TPM e também na continuidade dessas alterações no período da menstruação e pós-menstruação. Portanto, uma das formas de amenizar esses sintomas é procurar manter o humor mais estabilizado possível nos primeiros quatorze dias do ciclo.
Nesta fase, a mulher deve procurar fazer as coisas que lhe deem prazer, evitar compromissos desnecessários e excessos que lhe causem sensação de extrema responsabilidade. Uma terapia comportamental pode auxiliar no autoconhecimento, fazendo com que cada uma escolha da melhor forma qual tipo de atividade será mais útil para alcançar seu objetivo.

O que há por trás dos sintomas da TPM

Os sintomas da TPM variam de mulher para mulher, mas normalmente tendem a dar origem ao mau humor, irritação, sintomas depressivos e diminuição da libido, assim como maior facilidade para o surgimento de dor de cabeça, crises de choro e agressividade verbal ou até mesmo física. No corpo, pode apresentar inchaço e celulite, novamente por motivo puramente hormonal: o aumento da progesterona.
Segundo o terapeuta transpessoal Diego Pedroso, existem também aspectos psicológicos, derivados do desconforto da menstruação, que acabam por intensificar todos os sintomas fisiológicos, deixando as mulheres incomodadas, com receio de que um fluxo alto suje sua roupa, por exemplo. Outro sintoma comum é que as roupas não caibam, por conta do inchaço causado nesse período. Tudo isso poderá causar ainda mais raiva, agravando os sintomas naturais de desordem do humor.

TPM pode ser tratada por métodos naturais

Existem alternativas naturais que podem ser uma boa saída para mulheres adeptas do mundo alternativo, assim como para aquelas que têm um organismo mais sensível.
Plantas medicinais podem ser utilizadas nas terapias naturais. Confira abaixo alguma delas e aprenda a consumi-las:

  • Agoniada (himatanthuslancifolius), cujas cascas são usadas em forma de chá. O nome "agoniada" vem justamente da ideia de agonia, associada ao desconforto nesse período. É ótima para reduzir cólicas, pois as alcaloides da planta relaxam os músculos lisos, como o útero, diminuindo as contrações.
  • Modo de usar: utilize duas colheres da casca de Agoniada para cada um litro de água. Ferva a mistura durante dez minutos e então tome de duas a três xícaras por dia, durante 28 dias consecutivos, para que possam surgir os efeitos.
  • Angélica (AngelicaSinensis), que normaliza o sangramento para quem tem fluxo intenso e também possui ação analgésica para diminuir cólicas e desconfortos físicos.
  • Modo de usar: utilize duas colheres do extrato de Angélica para cada um litro de água. Ferva a mistura durante dez minutos e então tome de três a cinco xícaras por dia, durante 28 dias consecutivos, para que possam surgir os efeitos.
O extrato de Angélica e a casca de Agoniada - também conhecida como jasmim-manga ou quina mole - podem ser encontrados em farmácias de manipulação. Como ambos trabalham a ação muscular do útero, é importante evitar seu uso durante a gravidez.
Outra forma de combater a TPM é por meio de atividade física. Os exercícios físicos - sejam eles aeróbicos (de baixa ou média intensidade, e longa duração), ou anaeróbicos (de alta intensidade e pouca duração) - reduzem sintomas da TPM, como a alteração constante de humor, a irritabilidade, a retenção de líquido e a instabilidade emocional. Isso ocorre porque a atividade física libera endorfina no corpo, que provoca a sensação de bem-estar. Para potencializar ainda mais este efeito, o ideal é optar por uma atividade física que lhe dê prazer.

Consciência feminina

As alterações de humor que ocorrem antes, durante ou depois da menstruação não são um distúrbio, mas sim um efeito normal. Isso ocorre pelas alterações hormonais que estão intimamente relacionadas com nossos comportamentos e o estresse que antecede este período.
Apesar dos sintomas serem respostas naturais do corpo, a maioria das mulheres sabe que eles não são nada agradáveis. Então, experimente colocar em prática as dicas que aprendeu para amenizar essas reações, por meio de tratamentos fáceis e naturais.

SOBRE O AUTOR
Roberta Struzani
Fisioterapeuta, pós- graduada em Ginecologia, Obstetricia e Mastologia. Especializou-se em sexualidade, saúde da mulher e atividades físicas para gestantes.
contato: fisioterapia.roberta@gmail.com

Ciúmes e Traição

Meu amor me traiu, e agora?

Filme "Onde está a felicidade?" levanta debate sobre o tema

Conteúdo e serviços personalizados que trazem soluções e reflexões para lidar com ciúmes e traição,são desenvolvidos por especialistas em Psicoterapia.

O caminho é a felicidade ou a felicidade é o caminho? Essa é a frase que dá início ao filme brasileiro "Onde está a felicidade?" (2011). A história é leve e com alguns clichês, mas levanta um debate importante sobre a traição.

Gosto de filmes que retratam conflitos de casais, pois costumam refletir bem a realidade da vida a dois (tirando os finais sempre felizes, é claro). No filme, Teodora, interpretada por Bruna Lombardi, sente-se traída pelo marido Nando (Bruno Garcia), após ver uma mulher o seduzindo pela webcam do computador. O homem diz à esposa que nunca encontrou sua parceira virtual e que, portanto, aquilo não poderia ser considerado uma traição. Então, chegamos a um assunto corriqueiro atualmente, a infidelidade virtual.
A interpretação de Nando é pessoal e intransferível. Afinal, só quem vivencia essa experiência pode afirmar se houve infidelidade. Mas em uma situação como essa eu prefiro olhar para o todo. O filme não aprofunda o assunto, mas seria interessante entender os motivos que levaram Nando a conhecer a mulher virtual. O que ocorria no casamento e o que deixava de acontecer? Aparentemente, os personagens, casados há 11 anos, eram apenas diferentes em alguns comportamentos do dia a dia, assim como outros diversos casais. Ele ama futebol, ela gosta de cozinhar. Ele é bagunceiro e ela extremamente organizada. Mas essas diferenças não são suficientes para levar à traição.

É possível perdoar uma traição?

Penso que a infidelidade é derivada de uma crise conjugal. E como qualquer crise, pode ou não ser superada. Isso depende da maturidade do casal e do relacionamento existente entre eles. Mas passar por uma crise requer mudança de ambos os lados. Infelizmente é comum que a pessoa que se sente vitimada (geralmente quem é traído) não esteja disposta a aceitar a sua responsabilidade na traição. Mas não há vitimas e algozes em relações amorosas. Ambos contribuem para a evolução do relacionamento. Algumas vezes a "vítima" não tem a consciência de que algum comportamento seu pode ter influenciado a atitude de seu suposto "algoz". Mas o casal alimenta os papéis um do outro todo o tempo e, em alguns casos, por toda vida.
O que fazer então? Um bom terapeuta de casal pode resolver. Mas se o casal conseguir retomar o diálogo e esclarecer os pontos obscuros da relação, já é um ótimo começo. O problema é que na maioria das vezes as pessoas apenas pensam que resolveram a situação, mas a cada nova discussão ou crise no relacionamento (porque elas irão ocorrer) o tal assunto volta à tona.

Aprendendo a regar sua relação

Certa vez tive o privilégio de assistir uma palestra com o Carlos Arturo Molina, escritor na área de Psicologia Familiar e de Casal, na qual ele mencionou este assunto. Achei brilhante uma tarefa que ele deu a um casal que passava por tal situação. O especialista disse que ambos teriam que enterrar aquele assunto de uma vez por todas. E como procuraram a terapia, é porque estavam mesmo decididos a melhorar a relação. O casal aceitou a proposta e tiveram que fazer um acordo por escrito, afirmando que qualquer crise conjugal, dali por diante, deveria ser resolvida no prazo de um ano. O mesmo problema não poderia nunca estar presente em novas discussões no futuro, sob pena de pagamento de alguma multa simbólica estabelecida por ambos. Assim, o casal pode escolher que a felicidade de um não dependeria do outro, mas sim do esforço de cada um estar presente no relacionamento, construindo com respeito, amor e diálogo uma relação madura e preparada para enfrentar as crises.
Termino com uma frase do personagem Nando, citada no final do filme: "o amor é como a caatinga: quando tudo parece estar seco e morrendo, de repente vem a chuva e tudo floresce novamente". Casais que ainda acreditam em seu relacionamento precisam aprender a fazer chover!
 
Maria Cristina
Fonte:www.personare.com.br

 

 

 

 

Você não é vítima do seu amor

Melhore a si mesmo antes de responsabilizar o outro por seu sofrimento


É muito comum se deparar com relações amorosas nas quais um dos parceiros aparece como o grande prejudicado. Seja porque é mal-tratado, ignorado, negligenciado ou mal-compreendido. Muitas vezes aconselhamos, damos apoio ou simplesmente ouvimos esta pessoa. Porém, uma pergunta que geralmente fica martelando a cabeça e que até verbalizamos de vez em quando é: "se esta pessoa sofre, por que permanece no relacionamento?". Ou ainda: "se o outro é tão ruim, por que esta pessoa perde tempo em acusá-lo e simplesmente não resolve a situação se separando?".
É claro que, seguindo o ditado de que "em briga de marido e mulher não se mete a colher", procuramos nos manter na zona neutra. Principalmente se nós mesmos já nos encontramos em relacionamentos sofríveis, nos quais nossa atitude foi bem semelhante. Entretanto, apesar dessa confusão toda, a resposta a indagações como estas pode ser bem simples, encontrada na terceira lei universal do amor, a de que "semelhante atrai semelhante".
De acordo a lei do retorno e os conceitos de ação e reação que vimos nos artigos anteriores, fica claro que alguém com energia X atrai pessoas de energia parecida. Isso invalida, portanto, a ideia de que uma pessoa é vítima de outra, já que para isso precisaria haver um superior e um inferior na relação.

O defeito que vê no outro pode estar em você

Como atraímos o que nos é semelhante e o que temos dentro de nós, a pessoa que está conosco funciona como um espelho, refletindo tudo aquilo que temos de bom e de ruim. Por isso que, sem percebermos, não abandonamos o outro com facilidade, pois isso seria o mesmo que simplesmente desistirmos de nós mesmos.
Assim, criamos uma dinâmica antagônica na qual nossa mente racional acusa o relacionamento, mostra todos os defeitos do nosso parceiro e nos leva a reclamações e acusações frequentes. Isso cria situações desgastantes nas quais fazemos questão de aparecer como vítimas, justamente por não querer ou não enxergar que aquilo que apontamos como defeitos também nos pertencem. Por outro lado, nossa mente irracional se segura firme à relação, por saber que está com seu igual, que aquilo que enxerga é apenas uma pista que a vida nos dá para evoluirmos mais rápido. Afinal, como saberíamos o que realmente temos de errado se não fosse o outro a nos mostrar constantemente?

Reconheça seu semelhante

Desse modo, independentemente do relacionamento no qual esteja, admita que esta pessoa é semelhante a você. Por fora talvez ela pareça o oposto, possivelmente por causa de gostos musicais, vestimenta ou atitudes diferentes no dia-a-dia, mas não se engane. De alguma forma, em maior ou menor grau, ela tem a ver com você, caso contrário não estariam juntos hoje. Portanto, se o seu par lhe faz mal, lhe aborrece ou tem atitudes que julga inaceitáveis, pare um pouco de se sentir frágil e observe-se por um momento. Será que as críticas que você recebe não mostram o quanto é igualmente exigente? Ou talvez você também ofende o outro sem perceber. Avalie se não está sendo mais egoísta ou orgulhoso do que gostaria de admitir, por exemplo.
Para tirar essa dúvida, anote em um papel 10 qualidades e 10 defeitos do seu par e você verá o quanto têm em comum. Depois pegue os defeitos semelhantes e passe a trabalhá-los em você mesmo. Ao minimizar o que tem de ruim em si, automaticamente afetará sua energia. O exercício pode levar você a dois resultados: ou seu parceiro irá se sentir motivado a melhorar, dando um novo gás ao relacionamento ou ele continuará o mesmo e a relação de vocês terminará, pois a "cola" que os unia terá sido dissipada. De todo modo, não tema o desconhecido, pois se você se elevar, pessoas semelhantes de categoria mais elevada se aproximarão.
Por fim, lembre-se que esta lei não se aplica apenas a relacionamentos e sim a todas as pessoas que encontra e convive, seja família, colegas de trabalho, amigos ou vizinhos. Em outras palavras, pense muito antes de reclamar, julgar ou se sentir ameaçado. Você merece cada uma dessas pessoas ao seu lado. Então, se elas estão aquém do que você desejaria, mude o mais rápido possível. E para melhor!

Fonte: http://www.personare.com.br

Entenda como é possível viver o amor em liberdade


Distanciar é um verbo que geralmente transmite uma ideia de frieza, de indiferença e, possivelmente por causa disso, temos muita dificuldade em abrir espaço entre nós e nosso amor. Muita gente acredita que respeitar plenamente a vida e a individualidade do outro, permitindo que a pessoa tome suas próprias decisões e escolhas (mesmo que nem sempre coincida com as nossas) é sinal de que não nos importamos o suficiente a ponto de lutar por um consenso. Afinal, muitas vezes é comum e esperado que os casais pensem como uma unidade e não como a junção de dois indivíduos distintos.
Infelizmente, nem sempre é possível chegar a um meio-termo na relação, no que diz respeito a todos os assuntos. Porém, isso não deveria, em tese, confundir a noção dos sentimentos que ambos podem nutrir um pelo outro. Afinal, não é porque alguém cede facilmente aos nossos argumentos que seu sentimento é mais verdadeiro ou profundo do que alguém que nos permite ser verdadeiros conosco.

A liberdade que vem do desapego

Desapego é quando damos liberdade para alguém ser quem realmente é. E só pode demonstrar este sentimento quem ama de verdade. É evidente que existem muitos graus diferentes de amor, já que cada pessoa pode apenas ofertar aquilo que possui de fato. Assim, misturado ao amor pode existir o sentimento de posse, a carência afetiva, a necessidade de ser aceito e o medo de ficar sozinho. Por isso, é natural que tenhamos receio em permitir que nosso amor circule à vontade, tome suas decisões, mantenha sua privacidade e admita o que pensa.
Mas, como às vezes existe muita insegurança em nós, o fato de não "segurar" a pessoa parceira e nem moldá-la às nossas expectativas, pode transmitir a falsa imagem de que não estamos apaixonados. Ou mesmo o outro, que não está acostumado a ter sua identidade respeitada, pode também crer neste ponto de vista.
Por incrível que pareça, investir no distanciamento logo de cara pode ser danoso para a relação. Não por ser errado, mas por não sabermos lidar com ele ainda. Por outro lado, todos nós sabemos o quão perigoso o apego pode ser para um relacionamento, já que nos faz ficar constantemente focados no comportamento alheio, sofrendo quando as coisas não saem do jeito como gostaríamos, julgando quem amamos de forma errada e muitas vezes até impondo condições ou brigando por causas que não valem a pena.
Então, como praticar o distanciamento de forma que ambos aprendam a se libertar das amarras emocionais, continuando a acreditar no amor que possuem um pelo outro? Já que estamos todos aprendendo a sermos mais independentes emocionalmente, este é um processo que pode ser feito com calma e que pode evitar vários conflitos futuros. Veja algumas sugestões:
  • 1-Por mais tempo que você conheça seu amor, evite pensar que já sabe como a pessoa irá reagir, como sente ou pensa sobre determinado assunto ou problema. É sinal de compaixão, respeito e amor querer saber o que seu parceiro está sentindo em relação a determinado assunto, desde que isso aconteça de uma forma livre de julgamentos ou constrangimentos.
  • 2-Mesmo que seja difícil aceitar, entenda que nem sempre o outro concordará com você. Por isso, não force adesões, nem se magoe. Se houver forma de conciliar determinada questão, ótimo. Caso contrário, é bom encontrar uma saída que não prejudique ninguém, nem a relação.
  • 3-Se você tiver confiança em quem você é e no que acredita, não precisará provar nada para ninguém.
  • 4-Não exija do outro sacrifícios que você mesmo não está disposto a fazer, pois isso dará margem para a famosa frase: "depois de tudo o que eu fiz por você".
  • 5-Permita que seu amor realize atividades sozinho ou que desfrute de privacidade. Afinal, tal como você precisa de vez em quando ficar com a família, sair com seus amigos ou meditar em silêncio, a pessoa parceira também pode ter esta necessidade.
  • 6-Se o outro estiver sofrendo por causa de algo, ajude-o, mas não interfira demais e nem tente controlar o processo. Permita que a pessoa aprenda com o que está vivendo. Desse modo, terá mérito por suas conquistas.
  • 7-Não deixe de fazer o que gosta só porque está num relacionamento. Pense que existem três tempos: o tempo da pessoa parceira, o seu tempo e o tempo do casal juntos. Afinal, se cada um tem espaço para se desenvolver, aprender e crescer, quando ficarem juntos estarão sempre trazendo coisas novas e alimentando a relação com energia renovada.
  • 8-Lembre-se que todos nós precisamos de privacidade. Por isso, tente não escancarar demais a intimidade, pois isso gera tensão a longo prazo. Ou seja, permita que o outro chore ou que faça algo sem você encher o momento de palpites. Isso vale também em horas sociais. Por exemplo, se receber uma visita, não chame atenção do seu amor na frente dos outros, nem revele suas intimidades em conversas pseudo-despretensiosas. Também não vale falar sobre os problemas e as dúvidas íntimas da pessoa parceira sem a permissão dela.
  • 9-Não deixe de dizer o que pensa e sente apenas para evitar conflitos. Afinal, reter sua individualidade irá levar você a explodir emocionalmente nos momentos mais impróprios. Por isso, não confunda ser verdadeiro com ser agressivo ou desrespeitoso.
Enfim, se houver distanciamento para que vejamos o outro tal como é, permitindo que tanto ele quanto nós sejamos inteiros, poderemos derramar amor de forma plena e escaparmos de tantos mecanismos de autodefesa que nos fazem perder tempo. Isso nos tira do relacionamento do aqui e agora, e das nossas ilusões do "como deveria ser" ou "do que poderia ter sido". Afinal, como poderá haver amor sem liberdade?

Fonte: http://www.personare.com.br

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