quinta-feira, 9 de agosto de 2012

A excelência do espírito olímpico | Jornal Correio do Brasil

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Mais 2.400 sírios fogem para a Turquia para escapar da violência | Jornal Correio do Brasil

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Senado aprova projeto que garante 50% das vagas nas universidades públicas para cotas | Jornal Correio do Brasil

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Nasa: “A mudança climática é pior do que pensávamos” | Jornal Correio do Brasil

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Justiça do Paraná investiga Oi, Vivo e Claro por qualidade de serviço | Jornal Correio do Brasil

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terça-feira, 24 de julho de 2012

O corpo durante a atividade sexual

O corpo durante a atividade sexual
A química do amor faz uma revolução no nosso corpo, principalmente quando envolve o sexo, um verdadeiro rebuliço interno que altera os nossos processos físicos e químicos, capaz de aliviar as tensões, revitalizar o corpo, estimular a mente, e, claro, deixar você ainda mais íntima do seu parceiro, fundamental para um bom relacionamento.
Além disso, você fica ainda mais bonita, com a pele e os cabelos mais brilhosos.

Conforme a nossa colunista, Fátima Mourah, a explicação está nos hormônios sexuais. "Eles possuem receptores cutâneos que, quando estimulados fazem com que a pessoa tenha um melhor aproveitamento das substâncias que chegam à pele. A excitação física também eleva o nível do estrógeno, que ajuda a deixar o cabelo mais cheio e a dar a pele uma aparência sedosa".
Para começar, na fase da excitação, o homem é estimulado principalmente pela visão e a mulher pelo tato. Carícias, beijos, toque nas zonas erógenas, uso de apetrechos eróticos, uma boa lingerie, enfim é preciso caprichar nas preliminares afim de estimular o corpo para o sexo. Enquanto os homens gostam de luz acesa e uma ação mais sensual para o pênis entrar em estado de alerta, as mulheres gostam de carinhos e escutar elogios do namorado.
Conforme o ginecologista Lister Salgueiro, na excitação, fase em que a pressão e os batimentos cardíacos aumentam, o sistema límbico, região do cérebro responsável pelas emoções, recebe vários estímulos. "Os neurotransmissores, como o próprio diz, transmitem a informação e interligam os neurônios cerebrais, funcionam na ativação do impulso sexual, quando ocorre a lubrificação vaginal e à ereção peniana", explica.
Os dois órgãos responsáveis pelo prazer recebem uma grande quantidade de sangue. Só que o clitóris o absorve menos, por ter menos cavidades que o pênis, isso explica o fato da mulher demorar mais para se estimular sexualmente e necessitar de mais tempo de preliminares até que o sangue lubrifique a vagina.
"Os homens também são favorecidos porque têm mais testosterona (hormônio do tesão) do que as mulheres. Somente na fase da ovulação é que a quantidade aumenta nelas. A diferença entre de volume entre os gêneros chega a quase 10 vezes", ressalta.
Enquanto a mulher fica com a vagina mais inchada, o homem tem a ereção, e os dois ficam com a respiração mais ofegante. A adrenalina também libera os dois para o ato sexual. À medida que a excitação cresce, a endorfina, substância também associada aos exercícios físicos e responsável pela sensação de prazer, está mais presente no organismo. "O sexo simula a atividade física e libera endorfina, além de dopamina e serotonina, mas é claro que o prazer é diferente do que os exercícios. O sexo é o terceiro exercício mais intenso. Para se ter uma ideia, em uma relação podemos gastar até 620 calorias", diz.

Quando há a liberação máxima da endorfina o orgasmo acontece. Nessa hora, todas as células nervosas do cérebro descarregam seu conteúdo elétrico, promovendo o relaxamento físico total. Na mulher, durante esse clímax também é liberado outro hormônio, chamado ocitocina, responsável pela contração do útero.
De acordo com Salgueiro, a tensão muscular alcança quase o seu máximo e o batimento cardíaco pode chegar a 190 pulsações por minuto. "Muitas vezes, a pessoa não tem condicionamento físico, isso explica o fato do Viagra estar associado as complicações. Não é somente pelo remédio em si, mas o estímulo exagerado que ele proporciona. Muitos homens não estão preparados para isso", esclarece.
No orgasmo, as pupilas se dilatam, a pele fica rosada e a respiração ofegante, há a ejaculação no homem e a contração vaginal na mulher. Em algumas mulheres ocorrem os chamados orgasmo múltiplo, picos de prazer em seqüência, sem interrupções, fato que não acontece com os homens.



"Isso está associado ao chamado período refratário, a fase de relaxamento após o orgasmo. Eles necessitam desse período para ter uma nova ereção, isso varia de homem para homem, nos jovens, 30 minutos, e com o passar dos anos pode durar até 24 horas". Além da idade, estresse, cansaço e uso de medicamentos também influenciam no tempo do período refratário. Se nós precisamos de mais estímulos para atingir o prazer máximo, eles necessitam de mais tempo para voltar à ereção. É o famoso equilíbrio que a natureza explica. Os casais chegam a associar o sexo com quantidade de orgasmos. Mais do que isso, a qualidade está em primeiro lugar, principalmente quando os dois estão satisfeitos.

Por Juliana Lopes





Acupuntura auxilia na recuperação do desejo sexual

Acupuntura auxilia na recuperação do desejo sexual

Várias são as causas da falta de desejo sexual ou da perda da libido. Se não é algo mais aparente, como diabetes e hipertensão, causas difíceis de serem diagnosticadas também interferem na vontade sexual.
As duas doenças prejudicam a vascularização ao redor do clitóris, além de diminuir os impulsos nervosos que dão a sensação de prazer.
Também fazem com que a mulher não tenha tanta excitação. E segundo a ginecologista Rosa Maria Neme, um dos efeitos colaterais dos medicamentos para diabetes e hipertensão é também a perda da libido.

Desequilíbrios hormonais, nódulos e ainda causas psicológicas, como estresse, são outros fatores que explicam a falta do desejo sexual. Segundo Aparecida Enomoto, especialista em acupuntura pela Universidade de Medicina Tradicional de Beijing, o método que usa as agulhas tem sido bastante eficaz na recuperação do desejo sexual, pois traz de volta o equilíbrio entre Yin (frio) e Yang (calor). "Quando os dois não estão em harmonia, a sexualidade ficam comprometida e as pessoas ficam tristes, deprimidas, depressivas, irritadas, impacientes e perdem o sono", diz.
O objetivo do tratamento é trazer de volta o aumento da produção dos hormônios do prazer, entre eles, a endorfina que relaxa, acalma e nos faz feliz, a serotonina, que tem ação profunda no efeito do humor e da ansiedade e a noradrenalina que, induz a excitação física e mental ativando o centro do prazer. Aparecida ressalta que a terapia ainda contribui para aumentar o estrógeno e a testosterona, hormônios importantes para a libido.
"A Acupuntura preconiza que a saúde mental está intimamente ligada à saúde sexual. Para esta terapia alternativa, o sexo é tão importante quanto a alimentação, o sono, a sede e as necessidades fisiológicas, já que a atividade nos torna mais felizes, pacientes, saudáveis e com muito menor índice de doenças", aponta a especialista.
A terapia também atua no feromônio, o chamado hormônio da atração, que tem como objetivo atrair o sexo oposto por meio do olfato. O nome tem origem das palavras gregas phero e hormon que juntas significam "trazer excitação". A atuação do feromônio acontece na outra pessoa, despertando o desejo para o sexo, namoro e a paixão. Enquanto a quantidade de testosterona afeta a forma como homens e mulheres se sentem atraídos.
Aparecida esclarece que a acupuntura é feita através de agulhas descartáveis finíssimas (descartáveis), sendo quase indolor. Ao contrário do que se pensa seu objetivo não é tratar a doença, mas sim o indivíduo, trazendo de volta a qualidade de vida sexual, a qualidade de vida e alegria do paciente.

Geralmente a especialista indica 12 sessões iniciais, sendo que a primeira é feita em duas horas para uma avaliação detalhada do histórico de vida. Segundo Aparecida, esse diagnóstico é feito através da leitura da língua, que indica deficiências ou exessos em órgãos como coração, pulmão ou fígado, e também nas vísceras: intestinos, estômago, visícula, entre outros. "A partir dele sabemos quais pontos devem ser trabalhados, mas não há um determinado ponto para recuperar a libido, pois a terapia trabalha o organismo como um todo. Além disso é algo bastante particular, depende de idade e outros fatores", explica.
Após essa análise, as seguintes sessões tem duração de 30 minutos. Para casos de impotência, Aparecida indica a fitoterapia chinesa, em conjunto com a acupuntura, para que haja um resultado mais rápido e eficiente. Ela vai estimular a produção de endorfina e outros hormônios do prazer.

Por Juliana Lopes




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