quarta-feira, 6 de junho de 2012

Suco de caixinha é saudável?

Suco de caixinha é saudável 
 Foto/Reprodução toxel.com
Com a correria do dia a dia,aumenta o número de consumidores desse produto


 Quem não gosta de tomar um suco direto da fruta? Todos nós, não é? Porém, devido à correria do dia a dia, nem sempre encontramos tempo para bater no liquidificador um delicioso suquinho.Com isso, acabamos optando pelas famosas versões de caixinha.
 
No mercado, existem diversas opções de sabores de sucos de caixinha para quem deseja fugir dos refrigerantes e acredita que seja uma opção mais saudável, mas na verdade não são! Segundo uma pesquisa realizada em São Paulo pelo Instituto Brasileiro de Defesa ao Consumidor (Idec), esses sucos contêm altos índices de açúcares, corantes e aromatizantes. A amostra foi composta por 12 bebidas à base de fruta comercializadas em caixinha e garrafinhas de plástico.

Além desses malefícios que estas bebidas podem proporcionar à saúde, algumas pessoas já reclamaram de "surpresinhas" encontradas dentro das embalagens, como fungos, tecido orgânicos, lagartixas e até ratinhos bem pequenos.

Embora as marcas prometam que os sucos são saudáveis e que a publicidade nos leve a crer que essas bebidas são 100% saudáveis, a nutricionista Cátia Medeiros explica que é melhor consumir os naturais: "O suco fresco, feito da fruta in natura, é sempre a melhor opção. E o ideal é que ele seja consumido logo depois do preparo, já que a vitamina C presente nas frutas se perde com grande facilidade."

Quando pensamos em suco, temos uma ordem de opções que deve ser adotada, referente à qualidade nutricional: "A primeira são aqueles preparados com fruta fresca. Polpas congeladas se tornam a segunda opção, seguida dos concentrados engarrafados. Só então vêm os sucos de caixinhas, que devem ser consumidos esporadicamente", relata a nutricionista.

A principal diferença entre um suco natural e um de caixinha está na composição de micronutrientes. Ou seja, vitamina, minerais e, principalmente, fibras são perdidas durante o processamento de fabricação. "Em casos de pessoas alérgicas, o suco em caixa se torna um consumo perigoso dependendo do tipo de corante presente na composição. Como é o caso da tartrazina, que acentua reações alérgicas em pessoas com asma brônquica", alerta Medeiros.

A nutricionista ressalta que alguns corantes podem intensificar o distúrbio de atenção e a hiperatividade infantil. Portanto, as pessoas precisam ficar atentas aos rótulos e consumir com moderação. "O suco de caixinha pode ser prejudicial à saúde se tiver sua ingestão frequente e exagerada, por causa dos corantes", diz ela.

De acordo com Cátia, se a opção for uma versão com baixo teor de açúcar e com consumo esporádico não existem malefícios em seu consumo. "É uma forma prática e segura quanto à questão higiênica para diversificar os lanches fora de casa, por exemplo. Porém, para consumo frequente ele se torna ruim, pois a maioria é rica em açúcares, corantes e aromatizantes", esclarece.

O suco natural é também uma maneira de diversificar o consumo de frutas e de contribuir para a hidratação das pessoas que têm resistência ao consumo de água. "Não que ele substitua esta bebida natural, mas somar de alguma forma", comenta Cátia. E finaliza: "Após almoço e jantar, em pequeno volume e sem açúcar, o suco é uma boa opção para auxiliar na absorção do ferro presente nas leguminosas (feijões, soja, ervilha, grão de bico e lentilha)". E apesar dos benefícios é importante que seja consumido sem exagero para evitar o aumento do peso corporal.

Por Stefane Braga (MBPress)
www.vilamulher.terra.com.br
 

Atração no Relacionamento Amoroso

Lei da Atração para Relacionamento Amoroso: 

Dicas que poderão ajudar na conquista da Vida Amorosa que se Deseja!

Casal sorridente

 Na Lei da Atração, algumas técnicas podem ajudar no sucesso da escolha de um maravilhoso relacionamento amoroso em sua vida.

 

 Incluimos a visualização regulardo Ser almejado, a coleta dessas imagens ou criar “um quadro de visualização” que reflete nossos desejos, abrindo assim,espaço para alguém novo em nossas vidas.

Enquanto esses processo ajudam-nos a trazer os nossos sonhos amorosos para a realidade, há outros passos necessários para permitir que o parceiro(a) ideal apareça.  

Se você é sério(a) e deseja obter o relacionamento amoroso que você quer, sugiro que observe esses seis passos:

Ah,esse meu relacionamento...

Relacionamentos na visão de Arnaldo Jabor



Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida.

Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah, terminei o namoro...
- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...
- Cinco anos.... que pena... acabou...
- é... não deu certo...

Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.

Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos essa coisa completa.


Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.
Tudo junto, não vamos encontrar.

Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.

E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.

Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer.

Não brigue, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar... ou não.

Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.

Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob pressão?

O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós.


Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.

Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?

Gostar dói. Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte. Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo.

E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.

Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.

Na vida e no amor, não temos garantias.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear.
E nem todo sexo bom é para descartar... ou se apaixonar... ou se culpar...

Enfim...quem disse que ser adulto é fácil ????

Arnaldo Jabor

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Você abre mão de seus pontos de vista?

Saber fazer concessões não é sinal de fraqueza



Num sábado de manhã, eu estava andando por uma rua em Pinheiros, São Paulo, procurando DVD virgem para comprar. A calçada estava tão congestionada quanto a rua. De uma das inúmeras lojas de decoração saiu um casal estiloso, bem moderno. Saiu e parou no meio da calçada. Seria o equivalente a sair de uma das transversais da Paulista e estacionar atravessado na pista para consultar o GPS.
Eu desviei pela esquerda, um senhor que vinha do outro lado desviou pela direita no exato instante em que o homem virou e esbarrou nesse senhor. O senhor não falou nada, mas o homem apressou-se a gritar, misturando desculpas com palavrões, como se o senhor tivesse reclamado. O casal veio na minha direção, logo atrás de mim, comentando o rápido incidente: "tem gente que anda na rua sem prestar atenção em nada!".
Como eu fiz parte do incidente e tenho uma visão totalmente oposta a deles sobre a causa e o desfecho dele, fiquei refletindo sobre isso. Por coincidência eu estava em São Paulo coordenando um encontro sobre relacionamentos - e todo encontro humano é um relacionamento, mesmo os esbarrões na rua. O ponto de vista de cada um é talvez a maior fonte de apego que temos. O meu ponto de vista é o certo, todos os outros estão errados. Essa parece ser a atitude mais comum que as pessoas levam para um relacionamento. Como o meu ponto de vista é o certo, o outro precisa mudar seu caminho, porque eu vou seguir no meu. E, se num gesto de imensa benevolência, eu mudar o meu caminho, o outro vai ficar me devendo!

Ajustes cotidianos

Quantas vezes ouvimos ou lemos nos murais das redes sociais "Eu não mudo por ninguém!", escrito com muito orgulho. Ninguém precisa (nem deve) ser o Zelig, o personagem do clássico filme de Woody Allen que mudava o comportamento e a aparência para se adaptar ao seu interlocutor, fosse qual fosse. Mas em qualquer relacionamento é preciso que façamos ajustes, nem que seja em detalhes triviais, como dormir mais cedo do que está habituado porque o parceiro trabalho muito cedo, dar uma chance para os filmes que ela gosta, dormir com uma luzinha da casa acesa porque ela tem medo do escuro total que você adora.
E as concessões maiores, que envolvem decisões sobre onde morar, como lidar com o dinheiro, o que fazer nas férias, são mais difíceis ainda de conciliar. São geralmente onde o meu ponto de vista deve prevalecer, senão eu serei um fraco. E assim começam as grandes discussões...

Olhando além do próprio umbigo

Desapego é uma palavra meio gasta, e tem sido usada até para significar o seu oposto! Saber o momento de abrir mão do próprio ponto de vista para aceitar o outro não é sinal de fraqueza, mas de sabedoria."Saber o momento de abrir mão do próprio ponto de vista para aceitar o outro não é sinal de fraqueza, mas de sabedoria."
Enxergar o mundo pelos olhos de outra pessoa requer sair de dentro do próprio umbigo e se doar por um instante para a possibilidade que o outro nos apresenta. Para isso é preciso interesse verdadeiro no outro. Não interesse sexual ou financeiro, mas interesse naquilo que o outro representa na sua vida ou que possa representar. Interesse no mundo do outro.
Quando só o meu ponto de vista tem valor, o resultado é igual ao que presenciei na rua, um esbarrão! Olhe pra sua vida e veja se você está vivendo uma série de esbarrões. Se estiver, pense se em cada esbarrão, poderia ter tido alguma mudança de rumo. Talvez você confirme que os esbarrões eram necessários quando aconteceram. Talvez você se dê conta de que a sua visão tem sido somente a partir do seu umbigo. Está na hora então de se desapegar um pouco do seu umbigo!

Fonte:personare.com.br

Você vive tentando mudar o outro?

Motive a mudança, em vez de tentar modificar seu par o tempo todo


Isso acaba sendo bastante comum: a maioria das pessoas, quando num relacionamento (principalmente as mulheres) amoroso, tenta "melhorar" seu parceiro de alguma forma. É como se, na sua cabeça, você tivesse comprado um produto básico para depois customizá-lo à vontade. O problema é que o outro não é um objeto e, obviamente, não irá querer que você o transforme em algo que ele não é ou que ainda não está preparado para sê-lo.
Ora, é natural querermos ser melhores a cada dia e esperarmos que nosso parceiro também o deseje. Porém, isso deve ser algo espontâneo, nascido da vontade própria de amadurecer e se desenvolver. Se, por outro lado, ficamos "em cima", dando palpites sobre tudo, criticando, julgando, apontando falhas o tempo todo, estamos na verdade dizendo a quem amamos que ele não é bom o suficiente para nós. Ou seja, ele nunca entenderá suas boas intenções. Verá apenas uma recusa em aceitá-lo e em amá-lo do jeito como se apresenta. Em outras palavras, ao invés de ajudar, você poderá simplesmente prejudicar a intimidade, a confiança e mesmo o amor que no começo os uniu. Enfim, com sugestões fora de hora, você tende a incentivar ainda mais o comportamento que tanto lhe desgosta. Afinal, aquilo que resistimos é o que permanece, não é assim?
Por isso, se você quer motivar a mudança no outro, deve fazê-lo de forma discreta, sempre realçando o que o outro já alcançou ou o que faz de melhor. É quando nos sentimos plenamente aceitos, que temos vontade de ir além de nossa própria capacidade. Por exemplo, se você estiver fazendo algo e alguém ficar lhe dizendo que era melhor fazer de outro, que seu jeito é errado, etc, qual seria sua tendência? Acatar ou ficar ainda mais apegado à forma como age?

Veja algumas dicas para estimular a mudança no seu par

  • Recompense quando seu amor fizer algo realmente importante para você
  • Não fique dando referências pessoais na hora de afirmar que algo é mais certo que outro
  • Dê exemplos de outras pessoas que você admira, mas em momentos desvinculados da ação que lhe desagradou
  • Dê boas ideias e estímulos de forma alegre e descompromissada
  • Faça da sua atitude um exemplo mais forte que qualquer palavra. Não adianta nada prometer e criticar se você mesma também faz as mesmas coisas
  • Não use chantagem emocional para conseguir o que quer
  • Fortaleça seu caráter e autoestima
  • Aceite o outro e não crie expectativas
Você tem dois caminhos: aceitar, esperar e receber com alegria cada pequena vitória do outro, porque o amor está lá. Ou pode se fortalecer e partir para outra, caso sua reclamação seja apenas um sintoma da falta de amor e uma tentativa de salvar algo que não vale mais à pena. Reflita sobre isso.

Fonte:personare.com.br

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Aprendendo com a traição

Apesar de dolorosa, infidelidade pode trazer chance de crescimento... 


Poucas coisas são tão dolorosas em uma relação a dois quanto a traição de uma das partes. Tenha sido descoberta ou revelada, ela sempre traz à tona muitos sentimentos contraditórios: "o outro não presta", "o outro não me ama", "eu não sou boa o suficiente", "ninguém nunca poderá me amar", "onde foi que eu errei?", são apenas algumas das opções.
Doi muito, por vários motivos: depositamos nossa confiança na outra pessoa e ela nos decepcionou; juramos exclusividade mútua e uma terceira pessoa foi incluída na relação sem a concordância de todas as partes; honramos sozinhos o compromisso assumido; fomos obrigados a dividir o ser amado com outra pessoa sem termos sido consultados. São muitos os motivos pelos quais sofremos, mas a experiência de uma traição carrega em si uma incrível oportunidade de crescimento, onde aprendemos a conhecer melhor o outro, à nós mesmos, e aos problemas da relação. Só depende de como lidamos com isso.
Mas quando surgiu o mandato de exclusividade nas relações? Apesar de ser emblemática na cultura do homem civilizado, a monogamia não é algo inato ao homem. Relativamente recente em nossa história, ela surgiu como ferramenta necessária para conservação da propriedade privada. Sem esta exigência, o homem não teria meios de saber se os filhos concebidos dentro do casamento eram realmente seus. Isso impactaria diretamente no patrimônio familiar, que deixaria de pertencer à família, caso fosse herdado por filhos ilegítimos.
Hoje em dia, os motivos para a exigência da monogamia não são os mesmos, e os sentimentos que uma traição provoca na gente são extremos. Muitos a consideram como ponto final de uma relação. Porém, mais importante do que o destino do casal é avaliar as causas que permitiram a entrada de uma terceira pessoa na relação. Será durante a revisão daqueles motivos que entenderemos como se chegou até ali e de que maneira seguir adiante.

Identificando a causa da traição

É preciso ter duas coisas claras desde o início. Primeiro, ninguém trai sozinho. Claro que para toda regra há exceção, mas não é comum que não haja qualquer problema entre o casal e uma das partes traia. Todos estamos socialmente e culturalmente programados para sermos fiéis, portanto, trair é uma transgressão inclusive para o traidor. Por isso, acredito na existência de uma forte motivação por trás desse ato, geralmente alimentada (conscientemente ou não) por ambas as partes da relação.
O segundo ponto importante a ter em mente é que, mesmo que ambas as partes tenham participação no real motivo por trás da traição, trair é sempre uma escolha pessoal. Por isso, é sempre responsabilidade única e exclusiva daquele que trai. Ainda que os fatores motivadores sejam construídos com a participação de ambas as partes, não dá para culpar o outro por termos traído. Por mais problemas que tenhamos com a nossa cara-metade, sempre podemos escolher mil caminhos diferentes da infidelidade. E se escolhemos trair, essa responsabilidade é exclusivamente nossa.


Uma vez que traímos, o que fazer?

Muitas pessoas decidem contar para o parceiro em nome de uma suposta sinceridade, que na verdade pode esconder um profundo egoísmo. Não aguentamos o peso da nossa própria consciência e precisamos dividi-lo com a outra pessoa. Nos sentimos péssimos com a gente mesmo, e precisamos que o outro amenize esse sentimento, "perdoando" nosso ato. Assim, se o outro nos dá o seu perdão, podemos deitar a cabeça no travesseiro e dormir em paz, tendo primeiro desfrutado da traição e agora desfrutando do perdão por tê-la cometido. Mas e o outro, como fica nesse processo? Se nossa sinceridade deriva do amor que sentimos, deveríamos ter em mente o bem-estar do nosso parceiro antes de qualquer outra coisa. Não dividimos com o outro a decisão nem os prazeres da traição, mas queremos que ele nos ajude a carregar o peso do erro.
Outros não têm nem a opção de decidir se contam ou não: são descobertos antes de poder se revelar. Aqui, o melhor a fazer é deixar a poeira baixar, para então sentar e avaliar as razões pela qual a relação chegou até ali, o que faltou à parte que traiu para buscar algo fora da relação, onde cada um errou, o que poderiam ter feito melhor e, principalmente, o que significou aquela traição para quem a cometeu. Foi apenas um momento? Houve sentimento envolvido? A partir daí, será possível ver claramente se dá para perdoar e seguir com a relação em outras bases, ou se é melhor partir para outra, especialmente se o traído não conseguir ou desejar perdoar.
No entanto, apesar da traição ser uma infração a um acordo mútuo de exclusividade, nem sempre ao sair com outra pessoa estamos traindo o outro. Muitas vezes, o desejo é simplesmente exercer nosso direito à liberdade, atender a um desejo do momento, sem o objetivo de ferir o outro nem remediar alguma ausência da relação. Quando esse for o caso, o mais importante é ser ético em todas as instâncias, o que significa agir preservando o nosso parceiro, sua imagem pública e social, sua saúde, e tudo o mais que nossa atitude puder atingir.

O que vem depois da traição

Quando assumimos publicamente um compromisso com outra pessoa, decidimos renunciar à nossa liberdade para nos tornarmos parcialmente "propriedade de". Ainda assim, continuamos donos de nós mesmos, e temos o direito de, em algum momento, decidir fazer algo com isso que nos pertence sem necessariamente pedir permissão ao outro. Neste caso, nossa obrigação é preservar o ser amado de toda e qualquer dor, e continuar sendo fiel em muitos outros níveis da relação, que extrapolam o físico e o sexual. Podemos continuar sendo pais presentes, maridos presentes, amigos para toda hora e parceiros em situações difíceis, sem expor, ridicularizar, trair dentro do círculo de amigos, ou com o melhor amigo do nosso par. Podemos, sim, responder a um desejo momentâneo preservando todas as outras instâncias da relação.





Ao contrário do que muitos pensam, uma traição não necessariamente ocorre quando a relação já esgotou todas as suas possibilidades. Ela pode ocorrer por raiva, por vingança, por carência, por autossabotagem (tem gente que não sabe aceitar a própria felicidade e busca uma maneira de destruí-la), e pode ainda funcionar como uma "muleta" para a relação. Como não encontramos uma maneira de conseguir o que nos falta com o nosso parceiro - mas também não podemos conceber a vida sem aquela pessoa - buscamos externamente um remédio. Ainda que temporária ou falha, essa solução momentânea nos permite continuar vivendo a relação que escolhemos, apesar do problema que não podemos resolver.
De muitas maneiras, uma traição é uma oportunidade de crescimento para o casal. Ela não precisa ser o fim, nem representar o fracasso da relação. Como tudo na vida, dependerá apenas do uso que o casal fizer da experiência, e da maturidade que tenha para abordar os próprios problemas. O resultado desta vivência pode ser uma relação mais madura e consolidada. Ou o fim, onde cada um segue seu caminho com maior conhecimento das próprias necessidades e limitações.

Fonte:personare.com.br                                                                              

O que fazer quando a paixão esfria?


Acabe com a monotonia reaprendendo a compartilhar seus sentimentos



Quando nos apaixonamos, nos sentimos adentrando um mundo novo, cheio de novidades. Queremos experimentar tudo, aproveitando cada novidade, cada momento ao lado daquele outro ser humano. Pois, misteriosos e imprevisíveis, estes novos parceiros vão sendo descobertos, analisados, catalogados em nossa mente e nossa vida começa a se ajustar de forma que nossas individualidades convivam harmoniosamente. Desse modo, concessões são feitas, assim como acordos, discussões e planejamentos.
É assim que aquela maré de emoção e paixão passa, deixando a suavidade do amor, da confiança e do respeito mútuos. Isso é muito bom até certo ponto, porque, curiosamente, acontece uma coisa estranha com grande parte dos casais: eles começam a perder energia, a se tornar monótonos, previsíveis e sem graça. Parece que chega um momento em que não há mais anda a falar.
Esta situação se dá quando começamos a nos acostumar tanto com a outra pessoa, que caímos no costumeiro erro de acreditar que a entendemos completamente, que sabemos exatamente como ela é, o que pensa, o que sente. Assim, munidos desta sensação, não a observamos mais com atenção, não percebemos suas nuances, suas mudanças e o que está de fato nos dizendo. Simplesmente paramos de nos comunicar com ela.
Isso decorre porque, pela força da convivência e, como consequência de nossa entrega inicial, acabamos perdendo muito da nossa individualidade, com o fim de nos ajustarmos à relação. Paramos de fazer certas coisas que eram nosso costume quando estávamos sozinhos, deixamos de ver algumas pessoas queridas. Nosso tempo livre acaba sendo direcionado para as atividades do casal, que no momento é nossa prioridade. Enfim, paramos de pensar em termos de "eu" para pensar em "nós". E este "nós"pode se tornar extremamente nocivo, pois perdemos a noção de como é bom estarmos sozinhos, de que no nosso silêncio e nas nossas atividades individuais, crescemos como pessoas. Sem isso, vamos morrendo por dentro até chegar ao instante em que nada mais temos a acrescentar ao outro. Afinal, ele vê tudo, sabe de tudo. O mistério se foi. Mesmo que você mude, a tendência é que seu companheiro projete em você julgamentos que podiam ser verdade antes, mas que não fazem mais sentido hoje. Desta forma, o sentimento de mágoa e incompreensão começa a minar o relacionamento, antes tão feliz, levando-os muitas vezes à separação.

Não existe amor sem compartilhar

O pensador indiano Osho diz que "a alegria do amor só é possível se você tiver conhecido a alegria de estar sozinho, porque só então você terá algo para compartilhar". Isso é verdade, porque se você estiver num relacionamento esperando que o outro lhe traga felicidade, que o outro faça você se sentir especial, enfim, que o outro lhe complete, então é muito provável que você nunca seja feliz e que nunca faça seu parceiro feliz. Pois, obviamente, se você espera isso dele é porque não tem nada para oferecer. Tristemente ele também está esperando algo de você que nunca vem. São, portanto, duas pessoas tristes, sem nada, perdidas, esperando ser salvas. Mas como duas pessoas vazias podem completar uma à outra?

Bote salva-vidas: O que fazer para evitar este desfecho

  • Permita que seu companheiro tenha atividades individuais, como hobbies, passeios, viagens e saídas com amigos sem você;
  • Não fique monitorando o outro como se fosse uma mãe ou pai desesperados atrás do filho. Lembre-se que seu companheiro é um adulto e que, até que seja provado o contrário, é fiel e ama você;
  • Tenha você também atividades fora do relacionamento, assim não ficará tão focado no outro;
  • Cuide mais de si mesmo para fortalecer a auto-estima e a confiança em si mesmo, além disso, companheiro bonito se torna difícil de largar;
  • Não conte tudo sobre você, espere que o outro pergunte;
  • Tente renovar seu cotidiano vestindo roupas diferentes, fazendo programas juntos que sejam inusitados, experimentando lugares e comidas alternativas;
  • Volte a estudar, retome ou crie algum hobby para você. 
  • Fonte: personare.com

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Congresso americano discutirá futuro do controle sobre a internet

 Parlamentares estudam possibilidade de conceder mais poder a ONU no que diz respeito ao controle da internet


 internet

Parlamentares norte-americanos debaterão nesta quinta-feira a possibilidade de conceder mais controle sobre a internet à Organização das Nações Unidas, um movimento que muitos temem poderia transformar a rede mundial numa ferramenta de barganha política para censura e impostos globais sobre empresas da Web.

Autoridades do governo dos Estados Unidos estão se preparando para uma reunião em Dubai em dezembro, onde delegações de 193 países discutirão se a ONU deveria ter mais poder de decisão sobre como a internet é organizada e controlada.

Críticos dizem que, sob esse regime, cada nação teria um voto, independentemente de seu tamanho, o que concederia à China, Rússia, Irã, Arábia Saudita e outros países maior capacidade de isolar suas populações e silenciar dissidentes políticos.

- O que defensores da liberdade na internet farão ou não farão entre quarta-feira e a reunião determinará o futuro da Web, afetará o crescimento econômico mundial e determinará se a liberdade política poderá proliferar – disse o alto comissário da Federal Communications Commission (FCC) do Partido Republicano, Robert McDowell, em um discurso preparado para a sessão de quinta-feira.

Um subcomitê da Comissão de Energia e Comércio está organizando a sessão sobre o debate que ocorrerá na Conferência Mundial de Telecomunicações Internacionais (WCIT, na sigla em inglês), em dezembro.

O governo dos EUA está tentando arrecadar apoio, tanto nacionalmente quanto internacionalmente, para preservar uma internet descentralizada. Autoridades da administração de Obama se reuniram a portas fechadas há algumas semanas na Casa Branca com representantes de empresas norte-americanas como a ComCast e grupos de advocacia como a Internet Society, que é internacional e não visa a obter lucros, para construir solidariedade pela causa.


Fonte:correiodobrasil.com.br

Trabalhadores rurais discutem pauta de reivindicações do Grito da Terra em Brasília


GritodaTerra Milhares de trabalhadores rurais estarão na Esplanada nos Ministérios cobrando da Presidenta Dilma uma posição sobre as reivindicações do Grito da Terra











Trabalhadores rurais de várias regiões do país estarão em Brasília nesta quarta-feira para cobrar da presidenta Dilma Rousseff um posicionamento sobre a pauta de reivindicações do Grito da Terra Brasil. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), cerca de 8 mil trabalhadores estarão na Esplanada dos Ministérios das 5h às 17h30.
A pauta de reivindicações, intitulada Agenda por um Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário, foi entregue à Presidência da República no dia 27 de abril com 138 propostas e, de acordo com a Contag, expressa os principais pleitos de aproximadamente 20 milhões de trabalhadores rurais ligados à confederação, às 27 federações de Trabalhadores na Agricultura e aos mais de 4 mil sindicatos de trabalhadores rurais.
Entre os dias 21 e 29 de maio, representantes da entidade foram recebidos em quase 20 ministérios. Hoje, dia da mobilização nacional, a diretoria da Contag, coordenadores e presidentes das federações devem ser recebidos pela presidenta para tratar da pauta de reivindicações do 18º Grito da Terra Brasil.
Entre os principais itens da pauta estão o desenvolvimento rural com distribuição de renda e o enfrentamento às desigualdades, a garantia e ampliação dos direitos sociais e culturais com qualidade de vida no campo e nas florestas, a participação democrática, a organização sindical e o orçamento público.
Segundo a Contag, a base desta 18ª edição é “a realização de uma ampla e massiva reforma agrária e a valorização e o fortalecimento da agricultura familiar, questionando o descaso do governo ao papel da terra e do território para a valorização dos povos do campo”.

Fonte:correiodobrasil.com.br

 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Conheça as vantagens e desvantagens de praticar sexo virtual

Quando não há com quem trocar carícias ao vivo a internet e o telefone são as soluções encontradas por muitas para aquecer as noites em que a carência bate mais forte.



O sexo virtual pode ser bom para quebrar a rotina do relacionamento, mas não se esqueça da vida real...
 
Foto: Getty Images

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