Blog idealizado para abordar alguns temas e informações relacionados ao universo gospel.E também,temas da culinária, confeitaria e algumas questões culturais. Há abrangência de aspectos relevantes, sem a menor pretensão de concluir ou finalizar qualquer questão aqui exposta. Apenas, suscitar reflexões em relação aos tópicos postados. Ah!...Se estiver estressado? Clique no ícone(relaxation MP3 Player) e relaxe com as lindas canções postadas.
domingo, 27 de maio de 2012
Sobre o amor
Houve uma época em que eu pensava que as pessoas deviam ter um gatilho na garganta:
quando pronunciasse — eu te amo —, mentindo, o gatilho disparava e elas
explodiam. Era uma defesa intolerante contra os levianos e que refletia sem dúvida uma
enorme insegurança de seu inventor. Insegurança e inexperiência. Com o passar dos anos
a idéia foi abandonada, a vida revelou-me sua complexidade, suas nuanças. Aprendi que
não é tão fácil dizer eu te amo sem pelo menos achar que ama e, quando a pessoa
mente, a outra percebe, e se não percebe é porque não quer perceber, isto é: quer
acreditar na mentira. Claro, tem gente que quer ouvir essa expressão mesmo sabendo que é
mentira. O mentiroso, nesses casos, não merece punição alguma.
Por aí já se vê como esse negócio de amor é complicado e de contornos imprecisos.
Pode-se dizer, no entanto, que o amor é um sentimento radical — falo do amor-paixão
— e é isso que aumenta a complicação. Como pode uma coisa ambígua e duvidosa
ganhar a fúria das tempestades? Mas essa é a natureza do amor, comparável à do vento:
fluido e arrasador. É como o vento, também às vezes doce, brando, claro, bailando
alegre em torno de seu oculto núcleo de fogo.
O amor é, portanto, na sua origem, liberação e aventura. Por definição, anti-burguês. O próprio da vida burguesa não é o amor, é o casamento, que é o amor institucionalizado, disciplinado, integrado na sociedade. O casamento é um contrato: duas pessoas se conhecem, se gostam, se sentem a traídas uma pela outra e decidem viver juntas. Isso poderia ser uma COisa simples, mas não é, pois há que se inserir na ordem social, definir direitos e deveres perante os homens e até perante Deus. Carimbado e abençoado, o novo casal inicia sua vida entre beijos e sorrisos. E risos e risinhos dos maledicentes. Por maior que tenha sido a paixão inicial, o impulso que os levou à pretoria ou ao altar (ou a ambos), a simples assinatura do contrato já muda tudo. Com o casamento o amor sai do marginalismo, da atmosfera romântica que o envolvia, para entrar nos trilhos da institucionalidade. Torna-se grave. Agora é construir um lar, gerar filhos, criá-los, educá-los até que, adultos, abandonem a casa para fazer sua própria vida. Ou seja: se corre tudo bem, corre tudo mal. Mas, não radicalizemos: há exceções — e dessas exceções vive a nossa irrenunciável esperança.
Conheci uma mulher que costumava dizer: não há amor que resista ao tanque de lavar (ou à máquina, mesmo), ao espanador e ao bife com fritas. Ela possivelmente exagerava, mas com razão, porque tinha uns olhos ávidos e brilhantes e um coração ansioso. Ouvia o vento rumorejar nas árvores do parque, à tarde incendiando as nuvens e imaginava quanta vida, quanta aventura estaria se desenrolando naquele momento nos bares, nos cafés, nos bairros distantes. À sua volta certamente não acontecia nada: as pessoas em suas respectivas casas estavam apenas morando, sofrendo uma vida igual à sua. Essa inquietação bovariana prepara o caminho da aventura, que nem sempre acontece. Mas dificilmente deixa de acontecer. Pode não acontecer a aventUra sonhada, o amor louco, o sonho que arrebata e funda o paraíso na terra. Acontece o vulgar adultério - o assim chamado -, que é quase sempre decepcionante, condenado, amargo e que se transforma numa espécie de vingança contra a mediocridade da vida. É como uma droga que se toma para curar a ansiedade e reajustar-se ao status quo. Estou curada, ela então se diz — e volta ao bife com fritas.
O amor é, portanto, na sua origem, liberação e aventura. Por definição, anti-burguês. O próprio da vida burguesa não é o amor, é o casamento, que é o amor institucionalizado, disciplinado, integrado na sociedade. O casamento é um contrato: duas pessoas se conhecem, se gostam, se sentem a traídas uma pela outra e decidem viver juntas. Isso poderia ser uma COisa simples, mas não é, pois há que se inserir na ordem social, definir direitos e deveres perante os homens e até perante Deus. Carimbado e abençoado, o novo casal inicia sua vida entre beijos e sorrisos. E risos e risinhos dos maledicentes. Por maior que tenha sido a paixão inicial, o impulso que os levou à pretoria ou ao altar (ou a ambos), a simples assinatura do contrato já muda tudo. Com o casamento o amor sai do marginalismo, da atmosfera romântica que o envolvia, para entrar nos trilhos da institucionalidade. Torna-se grave. Agora é construir um lar, gerar filhos, criá-los, educá-los até que, adultos, abandonem a casa para fazer sua própria vida. Ou seja: se corre tudo bem, corre tudo mal. Mas, não radicalizemos: há exceções — e dessas exceções vive a nossa irrenunciável esperança.
Conheci uma mulher que costumava dizer: não há amor que resista ao tanque de lavar (ou à máquina, mesmo), ao espanador e ao bife com fritas. Ela possivelmente exagerava, mas com razão, porque tinha uns olhos ávidos e brilhantes e um coração ansioso. Ouvia o vento rumorejar nas árvores do parque, à tarde incendiando as nuvens e imaginava quanta vida, quanta aventura estaria se desenrolando naquele momento nos bares, nos cafés, nos bairros distantes. À sua volta certamente não acontecia nada: as pessoas em suas respectivas casas estavam apenas morando, sofrendo uma vida igual à sua. Essa inquietação bovariana prepara o caminho da aventura, que nem sempre acontece. Mas dificilmente deixa de acontecer. Pode não acontecer a aventUra sonhada, o amor louco, o sonho que arrebata e funda o paraíso na terra. Acontece o vulgar adultério - o assim chamado -, que é quase sempre decepcionante, condenado, amargo e que se transforma numa espécie de vingança contra a mediocridade da vida. É como uma droga que se toma para curar a ansiedade e reajustar-se ao status quo. Estou curada, ela então se diz — e volta ao bife com fritas.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Dalton Trevisan vence o Prêmio Camões de literatura
O brasileiro Dalton
Trevisan, vencedor da edição de 2012 do Prémio Camões, foi esta
segunda-feira felicitado pelo ministro moçambicano da Cultura, Armando
Artur, e pela a Associação dos Escritores Moçambicanos.
Trevisan
receberá os 100 mil euros do prémio, após o secretário de Estado da
Cultura de Portugal, Francisco José Viegas anunciar que o brasileiro foi
o vencedor do prémio.
O governante moçambicano Armando Artur saudou Trevisan mas ao mesmo mostrou-se desiludido pelo prémio «passar por Moçambique».
Citado
pelo JN, o ministro moçambicano abordou o tema: «É sempre motivo de
alegria quando o maior prémio da nossa comunidade linguística é
anunciado. Por outro lado, é com muita pena que este prémio não passe
mais vezes por África e, particularmente, por Moçambique.»
Por
sua vez, Jorge Oliveira, secretário-geral da Associação dos Escritores
Moçambicanos, lembrou que o prémio só foi entregue a um moçambicano em
1991: «Estamos satisfeitos porque o Prémio Camões é um momento maior da
literatura lusófona, mas há também uma enorme frustração por Moçambique
nunca ter ganho desde 1991, apesar do grande contributo que tem dado à
literatura da Comunidade de Países de Língua Portuguesa.
Dalton Trevisan
aparece como o grande vencedor da 24ª edição do Prêmio Camões, o mais
importante da língua portuguesa,como anunciou nesta segunda-feira o
secretário de Estado de Cultura luso, Francisco José Viegas.Fontes:veja.abril.com.br;
abola.pt/mundos
Nascido em Curitiba no ano de 1925, Trevisan é considerado como um dos melhores contistas da literatura brasileira do século XX e alcançou à fama com o livro 'O Vampiro de Curitiba', lançado em 1965.
Esquivo à exposição midiática, Trevisan é autor de mais de 40 obras, a maioria formada por tramas psicológicas com toques tradicionais, comuns e presentes no cotidiano.
O júri tomou sua decisão por unanimidade e destacou a obra de Trevisan sem concessões a sua vida social. Com o prêmio de 2012, o escritor brasileiro sucede o português Manuel Antonio Pina, o último ganhador.
Entre os ganhadores do Luis de Camões, destacam os portugueses Antonio Lobo Antunes (2007), Miguel Torga (1989) e José Saramago (1995), além dos brasileiros Rubem Fonseca (2003) e João Cabral de Melo Neto (1990).
Criado em 1989 pelos Governos de Portugal e do Brasil, o Prêmio Camões possui o objetivo de premiar um escritor cuja obra contribua com a projeção e o reconhecimento da língua portuguesa, falada por mais de 230 milhões de pessoas no mundo.
Trevisan, que trabalhou em uma fábrica de vidros e chegou a exercer vários anos de advocacia, fez parte da chamada Geração de 45, formada por Mario de Andrade, Carlos Drummond de Andrade e Vinícius de Moraes, entre outros.
Entre outros prêmios, Trevisan obteve duas vezes o Jabuti, com 'Novelas nada Exemplares' (1959) e 'Cemitério de Elefantes' (1964), e compartilhou o Portugal Telecom, ao lado de Bernardo Carvalho, com 'Pico na Veia' (2002). EFE
Cheia de rio deixa capital do Acre em situação de emergência
ACRE: Cheia atinge 64 mil pessoas e situação deve piorar, diz Defesa Civil
Enchente já é a segunda maior já registradaDe acordo com o chefe do Centro Nacional de Gerenciamento de Risco e Desastres da Defesa Civil, Armin Braun, a tendência é que a situação piore ainda mais nos próximos dias. "Uma estimativa inicial é que 63,8 mil pessoas tenham sido afetadas. Esse número deve aumentar porque o rio Acre tende a continuar enchendo e as informações ainda estão chegando do interior do Estado", disse Braun.
O chefe do Centro Nacional de Gerenciamento de Risco e Desastres da Defesa Civil acrescentou que a cheia pode superar a pior já registrada na capital. "O rio Acre, que está acarretando os maiores problemas, ainda vai encher. As cidades localizadas acima da cidade de Rio Branco foram muito afetadas e, nos próximos dias, o rio, que está já está com 17,46 m, pode superar 17,66 m, que foi a maior cheia já registrada, em 1997. A água está subindo lentamente, mas isso é muito preocupante", disse.
Apesar da expectativa da piora da situação, Braun disse que os governos estadual e federal conseguiram agir preventivamente e evitar mortes. As pessoas atingidas estão sendo levadas para abrigos oferecidos pelo governo estadual e pelas prefeituras.
Ainda de acordo com Braun, foram distribuídas 2,8 mil cestas de alimentos e 100 barracas. Além disso, dois helicópteros e dois aviões da Força Aérea e 70 homens da Força Nacional de Segurança ajudam no socorro às vítimas no Acre.
Agência Brasil
sábado, 19 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Lady Gaga é proibida de fazer show na Indonésia por oposição Islâmica
Gaga não foi autorizada a se apresentar na capital da Indonésia no próximo mês devido a preocupações de segurança
A estrela do pop Lady Gaga não foi autorizada a se apresentar
na capital da Indonésia no próximo mês devido a preocupações de
segurança, informou a polícia na terça-feira, depois que grupos
islâmicos demonstraram fortes objeções ao seu estilo “vulgar”.
Três grupos islâmicos manifestaram a sua oposição ao show em 3 de
junho, exigindo que fosse barrado, disse o porta-voz da polícia nacional
Saud Usman Nasution por telefone.
A Indonésia, um Estado secular, tem a maior população mundial de
muçulmanos, bem como minorias significativas de cristãos, budistas e
hindus.
- Ela é uma cantora vulgar que usa apenas calcinha e sutiã quando
canta, e ela afirmou que é a enviada do filho do diabo e que vai
espalhar o ensino satânico - disse Salim Alatas, chefe da Frente de
Defesa Islâmica, de Jacarta. “Isso é perigoso.”
Mais de 30.000 ingressos de um total de 40.000 ingressos haviam sido vendidos, informou o jornal Jakarta Post. Os ingressos variam de 465.000 rúpias (US$50,35) a 2,25 milhões de rúpias (US$240).
fonte:correio do brasil.com.br
Presidenta Dilma instala Comissão da Verdade e se emociona em discurso
A Presidenta Dilma Rousseff instalou, nesta quarta-feira, a
Comissão da Verdade em solenidade no Palácio do Planalto. Ela afirmou
durante a cerimônia que a comissão não será motivada pelo ódio.
A comissão é composta por sete pessoas, José Carlos Dias (ex-ministro
da Justiça), Gilson Dipp (ministro do Superior Tribunal de Justiça),
Rosa Maria Cardoso da Cunha (advogada), Cláudio Fonteles
(ex-procurador-geral da República), Paulo Sérgio Pinheiro (diplomata),
Maria Rita Kehl (psicanalista) e José Cavalcante Filho (jurista).
Em discurso, Dilma se emocionou quando lembrou das vítimas da
violência durante o regime militar. “O Brasil merece a verdade, as novas
gerações merecem a verdade e, sobretudo, merecem a verdade factual
aqueles que perderam amigos e parentes e que continuam sofrendo como se
eles morressem de novo e sempre a cada dia”, disse.
O ato contou com as presenças dos ex-presidentes Fernando Henrique
Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva, além de integrantes dos poderes
Legislativo e Judiciário.
A Comissão da Verdade tem como objetivo, esclarecer violações dos
direitos humanos desde os tempos do regime militar, casos de tortura,
ocultação de cadáveres, mesmo que estes tenham ocorridos fora do
território nacional. Os integrantes terão dois anos para apresentar um
relatório e as conclusões sobre os crimes investigados.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Scorpions em São Paulo
Ingressos para show de despedida do Scorpions em São Paulo custam até R$ 600
Klaus Meine canta em apresentação da turnê de despedida do Scorpions em Vilnius, na Lituânia (30/05/2011)
Os ingressos para o show do Scorpions em São Paulo custam de R$ 120 (plateia superior com visão parcial) a R$ 600 (camarote I e pista premium). A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa do evento nesta terça (14).
A pré-venda começa nesta quarta para clientes dos cartões Credicard,
Citibank e Diners, e o público em geral pode adquirir os ingressos a
partir do dia 22 de fevereiro.
O show, parte da turnê de despedida Final Sting Tour, acontece no
Credicard Hall em 20 de setembro. O grupo anunciou em janeiro de 2010
que encerraria a carreira de mais de 40 anos.
O quinteto --formado atualmente por Klaus Meine (voz), Rudolf Schenker
(guitarra), Matthias Jabs (guitarra), Pawel Maciwoda (baixo) e James
Kottak (bateria)-- esteve no Brasil em 2010 já com a turnê de despedida,
que passou por cinco cidades brasileiras. Os shows divulgam seu último
álbum, "Sting In The Tail", lançado em março de 2010.
Doenças crônicas e novas drogas serão pesquisadas através de banco de células tronco
Em todo o país cerca de 59,5 milhões de pessoas sofrem de algum tipo de
doença crônica; segundo pesquisa apresentada pelo Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE), realizada em parceria com o
Ministério da Saúde, em cada dez brasileiros três estão doentes
Uma equipe de 17 pesquisadores vai desenvolver na Universidade de São Paulo (USP) um banco de células-tronco
de pluripotência induzida. São células adultas que são induzidas
artificialmente para reproduzir a capacidade de formar qualquer tecido
do corpo. Segundo a coordenadora do Laboratório Nacional de Células-Tronco
Embrionárias (Lance) da USP, Lygia Vieira Pereira, as primeiras
pesquisas com o banco poderão começar a ser desenvolvidas em dois ou
três anos. O sistema só deverá funcionar plenamente em aproximadamente
cinco anos.
O banco será formado a partir de amostras de sangue coletadas pelo
Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa). A iniciativa do
Ministério da Saúde vai monitorar, com entrevistas e exames clínicos, a
saúde de 15 mil pessoas ao longo de 30 anos para avaliar os fatores de
risco de doenças crônicas.
Com isso, além das células de uma amostra significativa da população,
estarão disponíveis dados clínicos relativos ao material. “Isso vai
acabar servindo, em um futuro bem próximo, como uma população brasileira
in vitro”, diz Lygia. “Então, no caso de uma nova droga, antes dela ser
lançada, tem que ser testada na população brasileira para ver se ela é
tóxica. A gente poderia antes de ir para as pessoas, testar nas células,
na população brasileira in vitro”, exemplifica a pesquisadora.
Outra utilização, prevista por Lygia, diz respeito ao próprio estudo
de como se desenvolvem as doenças crônicas. “A gente pega os dados
clínicos dessas pessoas e vemos quantas têm depressão. Será que a gente
consegue enxergar isso nas células delas? A gente conseguiria prever que
essas pessoas teriam depressão?”diz.
Entre as dificuldades para a realização do projeto está a necessidade
de se aperfeiçoar o processo para induzir a pluripotência nas células.
“Isto é uma técnica que se você está pensando em fazer para poucas
células é uma coisa tranquila, mas agora a gente tem que pensar em uma
forma de fazer isso em um número grande de células. Então ai você tem
que adaptar protocolos para trabalhar com um número grande de células”.
Fonte:correiodobrasil.com.br
Fonte:correiodobrasil.com.br
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